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quarta-feira, 31 de março de 2010

Hall of fame - Frasco.




Hall of fame


Frasco



António Manuel Frasco Vieira nasceu no dia 16 de Janeiro de 1955 em Leça da Palmeira na cidade de Matosinhos. Foi no Leixões S. C. que Frasco iniciou a sua carreira de futebolista com 14 anos de idade. Frasco fez a sua primeira inscrição oficial na época de 1969/70 pelo Leixões S. C., com apenas 14 anos de idade. Fez a sua estreia na 1ª Divisão Nacional na temporada de 1973/74 com apenas 18 anos de idade pelo Leixões S. C. treinado em primeiro lugar por António Teixeira e mais tarde por Haroldo de Campos. Nesta altura, Frasco ainda ocupava preferencialmente a posição de avançado e só mais tarde foi recuado para a posição que se notabilizou como meio campista.

Na primeira época na 1ª Divisão Nacional, num campeonato em que o Leixões S. C. se classificou na 14ª posição da geral, Frasco foi utilizado apenas em 10 ocasiões sem ter apontado qualquer golo. Mas seria na temporada seguinte que Frasco se irá afirmar definitivamente na equipa de Matosinhos, já ocupando a posição de médio, disputando o nacional maior da época de 1974/75 onde o Leixões S. C., treinado inicialmente por Haroldo de Campos e Raul Oliveira e mais tarde por Filpo Nuñez, terminou a prova num honroso 9º lugar. Frasco foi dos jogadores mais preponderantes nesta equipa do Leixões, pois actuou em 27 partidas oficiais no Campeonato Nacional concretizando 3 golos.

A partir daí passou a ser dos jogadores mais importantes na equipa do Leixões S. C. que nas épocas de 1975/76 e 1976/77 disputou a 1ª Divisão Nacional. Nesta ultima época de 1976/77 o Leixões S. C. acabou por descer à 2ª Divisão Nacional pois não conseguiu ir alem do penúltimo lugar na prova não evitando dessa forma a despromoção. Nesta altura, Frasco era já um jogador altamente pretendido por clubes de maior nomeada e que jogaria no primeiro escalão, mas o certo é que ainda permaneceria durante mais uma temporada ao serviço do clube da sua terra, desta feita, disputando a Zona Norte da 2ª Divisão Nacional na época de 1977/78.

No início da temporada de 1978/79 transferiu-se para o F. C. Porto treinado por José Maria Pedroto, ingressando assim num dos mais importantes clubes nacionais. O certo é que, ao serviço dos dragões, Frasco iria projectar-se definitivamente no futebol português, conquistando títulos nacionais e internacionais, passando ainda a representar a Selecção Nacional com regularidade. Seriam 11 épocas consecutivas ao serviço dos azuis e brancos onde integrou equipas recheadas de grandes jogadores e treinadas por técnicos de renome nacional e internacional. Integrou uma geração de jogadores do F. C. Porto, como João Pinto, Lima Pereira, Jaime Pacheco, Sousa, André, Gomes, Futre, entre outros, que ficaram para sempre ligados à história do principal clube da cidade invicta.

Frasco conquistou o seu primeiro título de Campeão Nacional. José Maria Pedroto entregou a titularidade ao jovem Frasco de apenas 23 anos de idade e este não se fez rogado exibindo-se ao mais alto nível durante aquela temporada. Foi o único totalista da equipa do F. C. Porto no Campeonato Nacional de 1978/79, alinhando as 30 partidas da prova e apontando 2 golos. Esta utilização diz bem do contributo de Frasco para o êxito do F. C. Porto. Contributo que foi devidamente recompensado pela Direcção portista que ofereceu ao jogador um apartamento.

Frasco destacava-se por ser um médio centro de baixa estatura, franzino mas com grande entrega ao jogo e espírito de sacrifício. Era uma verdadeira carraça em termos defensivos, sendo duro o quanto baste e com uma capacidade física que dava muita acutilância ao futebol da equipa portista. A fisionomia apresentava um bigode muito tradicional para a época que ainda hoje continua a usar. Mas Frasco sobressaia sobretudo pela forma como fazia a retenção do esférico tornando-se por essa característica essencial para a posse de bola da formação portista. Era também muito habilidoso na condução do jogo de ataque.

Chegou à Selecção Nacional de Portugal pela primeira vez no dia 17 de Outubro de 1979, num jogo frente à Bélgica, em Bruxelas no Heysel Park, em partida a contar para o apuramento para o Europeu de 1980. No jogo da estreia Frasco foi suplente, entrando para o lugar do defesa Eurico Gomes. O seu primeiro jogo como titular na equipa das quinas ocorreu em 1 de Novembro de 1979, frente à Noruega, no Estádio Nacional, quando Portugal derrotou a equipa nórdica por 3-1.

Frasco completou 23 internacionalizações pela Selecção A de Portugal durante os 8 anos em que foi regularmente convocado para os trabalhos da Selecção. Apontou somente 1 golo, num jogo amigável frente à Bélgica no Estádio 1º Maio em Braga realizado no dia 4 de Fevereiro de 1987, em que os portugueses venceram por 1-0. O seu ultimo jogo pela Selecção Nacional realizou-o no Estádio das Antas, na cidade do Porto, num empate a zero bolas frente à Suiça no dia 11 de Novembro de 1987 aquando do apuramento para o Europeu de 1988.

Ao nível da Selecção o ponto mais alto da sua carreira foi naturalmente a presença no Europeu de França de 1984 onde Portugal espalhou o perfume do futebol luso pelos relvados de terras gaulesas. Frasco figura assim no quadro de honra da equipa de Portugal que se classificou num brilhante 3º lugar na principal prova de selecções na Europa. Ao serviço dos azuis e brancos, Frasco conheceu vários treinadores, dos quais se destacam evidentemente o mestre José Maria Pedroto, Artur Jorge e Tomislav Ivic, com quem ganhou diversos títulos, ou ainda com António Morais, Herman Stessl. Em 1983/84 conquistou o seu segundo titulo no palmares individual com a vitória do F. C. Porto na Taça de Portugal e na época seguinte venceu novamente o Campeonato Nacional da 1ª Divisão já com Artur Jorge ao leme do conjunto azul e branco.

Entretanto, ao nível internacional, destaca-se, desde logo, a presença na final da edição de 1983/84 da Taça das Taças frente aos italianos da Juventus. Em jogo disputado no 16 de Maio de 1984, no Estádio St. Jakob, em Basileia na Suiça e arbitrado pelo juiz Adolf Prokop da antiga RDA, o F. C. Porto foi derrotado pela Juventus por 1-2 naquela que seria a primeira final europeia da equipa portista. Mais tarde, na época de 1986/87, o F. C. Porto venceu a Taça dos Campeões Europeus de Clubes na final no Estádio do Prater em Viena de Áustria frente ao Bayern de Munique, numa partida em que Frasco foi suplente utilizado. Faz parte ainda das conquistas da Supertaça Europeia frente ao Ajax de Amesterdão e da Taça Intercontinental contra o Penarol.

Em termos de títulos nacionais, Frasco ainda conquistaria a dobradinha na época de 1987/88 quando o F. C. Porto treinado por Tomislav Ivic juntou o título de Campeão Nacional à vitória na final da Taça de Portugal frente ao Vitoria de Guimarães.Frasco acabou por fazer a sua última época de azul e branco na temporada de 1988/89 numa altura em que já não era titular na equipa portista integrando o plantel essencialmente pela sua preponderância no espírito de grupo. Abandonou as Antas e já com 34 anos de idade jogou ainda uma temporada ao serviço do Leixões S. C., o seu primeiro clube, na 2ª Divisão Nacional Zona Norte, contribuindo de alguma forma para o acesso da equipa matosinhense à 2ª Divisão de Honra do futebol português.

Terminada a carreira de futebolista profissional, Frasco manteve a sua ligação ao futebol, concretamente como treinador em equipas dos escalões secundários. Foi adjunto de António Sousa no S. C. Beira Mar e actualmente integra os quadros de treinadores das camadas jovens do F. C. Porto. Na época de 2006/07 foi o técnico adjunto da equipa de juniores do F. C. Porto treinada por Ilídio Vale que disputou o Campeonato Nacional da 1ª Divisão na categoria. Por último, a história pela qual é mais lembrado entre os adeptos portistas: apesar da morte recente do pai no alto mar, aceitou jogar o desafio contra o Covilhã que daria o título 1985/86 ao Porto.

Palmarés ao serviço do F. C. Porto:

1 Taça Intercontinental
1 Taça dos Clubes Campeões Europeus
1 Supertaça Europeia
4 Campeonatos de Portugal
2 Taças de Portugal
4 Supertaças Cândido de Oliveira.
Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com

Obrigado Frasco.


O PORTO SOMOS NÓS!


quarta-feira, 24 de março de 2010

Hall of fame - António Oliveira.






Hall of fame

António Oliveira


António Oliveira nasceu a 10 de Junho de 1952 em Penafiel. Com apenas 15 anos chegou ao Futebol Clube do Porto para ingressar nas camadas jovens.Médio-ofensivo de grande qualidade, foi uma das grandes estrelas da equipa treinada por José Maria Pedroto.

Foi um dos principais responsáveis pela conquista do Campeonato Nacional 1977/78 pelo F. C. P. depois de um jejum de 19 anos, ao ser titular em todos os jogos e com 19 golos marcados. Em 1978/79, voltou a repetir a vitória no campeonato nacional e a sagrar-se juntamente com a equipa do F. C. P. em Bi-Campeão.

Na época seguinte, teve uma experiência não muito bem sucedida em Espanha, no Bétis de Sevilha, para onde foi com um contrato milionário já a época de 1979/80 tinha começado. No decorrer da mesma época, em Fevereiro de 1980, regressou ao F. C. Porto mas, na sequência do "Verão quente" daquele ano, abandonou as Antas e foi para o F. C. Penafiel como jogador-treinador.

Na época de 1981/82, ingressou no Sporting apenas como futebolista e na temporada seguinte ainda no clube de Alvalade, sagrou-se campeão mais uma vez. Em 1982/83 no mês de Setembro já com o campeonato a decorrer, passou a ser treinador e jogador, (função que já tinha exercido no F. C. Penafiel), e venceu a Super-Taça Cândido de Oliveira. Em 1985/86 transferiu-se para o Marítimo onde abandonou a brilhante carreira de jogador e dedicou-se totalmente ao papel de treinador.

Passou por diversos clubes nacionais até em 1994 ser contratado para treinador da Selecção Nacional. Teve a sua estreia em Belfast num jogo contra a Irlanda do Norte que Portugal venceu por 2-1. Qualificou Portugal para o Campeonato da Europa a ter lugar em Inglaterra em 1996, onde a Selecção apresentou um bom futebol mas acabou por ser eliminada pela Republica Checa nos quartos de final. No final do Euro-96, António Oliveira regressou ao Futebol Clube do Porto e venceu os dois Títulos Nacionais de 1996/97 e 1997/98, ao serviço do F. C. P. venceu ainda a Taça de Portugal em 1998 ao derrotar na final o Sporting de Braga.

Em 2000 voltou a ser o treinador da Selecção Nacional, mais uma vez qualificou Portugal desta vez para o Campeonato do Mundo da Coreira/Japão, mas a incursão pelo oriente foi uma desilusão e António Oliveira acabou por ser dispensado. No princípio da temporada de 2003/04, Oliveira foi eleito presidente do Futebol Clube de Penafiel e teve como principal objectivo levar o clube ao escalão máximo do futebol nacional, o que se veio a concretizar. Mas na temporada de 2005/06 o Penafiel desce de divisão e Oliveira deixa o clube.


Palmarés como jogador ao serviço do F. C. Porto:

2 Campeonatos de Portugal
2 Taças de Portugal.

Palmarés como treinador ao serviço do F. C. Porto:

2 Campeonatos de Portugal
1 Taça de Portugal
1 Supertaça Cândido de Oliveira.
Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com
Obrigado António Oliveira.


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quinta-feira, 18 de março de 2010

Hall of fame - Branco




Hall of fame

Branco


Cláudio Ibrahim Vaz Leal nasceu no dia 4 de Abril de 1864 em Bagé. Ficou conhecido pelo apelido de: “Branco” porque quando miúdo era o único jogador branco numa equipa de negros. Branco começou a jogar futebol no clube da sua terra, o Guarany de Bagé. Em 1981 ingressou no Internacional onde deu inicio à sua carreira profissional. No ano seguinte mudou-se para o Fluminense. No clube carioca manteve-se durante 5 anos e foi por 3 vezes Campeão Carioca (1983,1984 e 1985), Campeão do Brasil em 1984 e venceu a Taça Guanabara em 1983 e 1984. As boas exibições valeram-lhe a transferência para Itália onde vestiu a camisola do Bréscia nas épocas de 1986/87 e 1987/88.

Na temporada de 1988/89, ingressou no Futebol Clube do Porto que era comandado por Artur Jorge. Nos azuis e brancos sagrou-se Campeão na temporada seguinte, onde também juntou a vitória na Supertaça depois de derrotar o Estrela da Amadora.

Em 1990/91 voltou a rumar a Itália mas desta vez para ingressar no Génova onde esteve duas temporadas, até que em 1993 regressou ao Brasil para integrar o Grémio. Em 1994 mudou-se para o Fluminense e depois para o Corinthians. No ano seguinte voltou a mudar de clube, desta vez para o Flamengo, e seguiu-se de novo o Internacional. Em 1995/96 voltou a viajar para a Europa mas desta vez o destino foi a Inglaterra onde foi defender as cores do Middlesbrough durante apenas uma época. Em 1997 foi para os EUA representar NJ MetroStars. Nesse mesmo ano regressou ao Brasil onde jogou pelo Mogi Mirim. Na temporada seguinte, 1998, Branco mudou-se para o Fluminense onde colocou um ponto final na sua carreira.

Branco vestiu por várias vezes a camisola canarinha da Selecção do Brasil e esteve presente em 3 Campeonatos do Mundo de Futebol, onde foi Campeão Mundial em 1994 nos Estados Unidos.Actualmente, Branco é o coordenador técnico do Fluminense.

Palmarés ao serviço do F. C. Porto:

1 Campeonato de Portugal;
1 Supertaça Cândido de Oliveira.
Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com

Obrigado Branco.


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quarta-feira, 10 de março de 2010

Hall of fame: Capucho.



Hall of fame


Capucho


Nuno Fernando Gonçalves Rocha (Capucho), nasceu no dia 21 de Fevereiro de 1972 na cidade de Barcelos. Começou a jogar futebol nos iniciados do Gil Vicente onde fez toda a formação, até que na época de 1990/91 estreou-se na equipa principal orientada na altura por Rodolfo Reis. No clube de Barcelos continuou na temporada seguinte, mas no final da época rumou a Alvalade para representar o Sporting. No clube leonino esteve três temporadas, desde 1992/93 até 1994/95, e conquistou uma Taça de Portugal e uma Supertaça precisamente na sua última época no Sporting.

Na temporada seguinte regressou de novo ao Minho mas desta vez para ingressar no V. Guimarães onde permaneceu duas épocas. Em 1997/98 Capucho transferiu-se para o Futebol Clube do Porto. Logo na sua primeira temporada com a camisola dos Dragões sagrou-se Campeão Nacional, venceu a Taça de Portugal e a Supertaça. Na temporada seguinte repetiu a vitória no Campeonato Nacional e na Supertaça. Na época de 1999/2000, voltou a ajudar o F. C. Porto a vencer a Taça de Portugal ao derrotar por 2-0 o Sporting. Venceu de novo a Supertaça. Na temporada seguinte nova vitória na Taça de Portugal, desta vez ao derrotar o Marítimo por 2-0. E mais uma vitória na Supertaça.

Em 2001/02 o F. C. Porto teve uma das suas piores temporadas, terminou mesmo o campeonato na 3ª posição, e não conquistou nenhum título. A meio desse mesmo campeonato o treinador Octávio Machado foi substituído por José Mourinho. Na época de 2002/03 o F. C. Porto apresentava um plantel renovado e onde Capucho se destacava. No campeonato os portistas não tiveram adversários à altura e sagraram-se Campeões Nacionais. Venceram também a Taça de Portugal depois de derrotarem o União de Leiria por 1-0.

Mas o momento mais cintilante da carreira de Capucho foi estar presente na Final da Taça UEFA em 2003 que conquistou frente ao Celtic de Glasgow depois de uma vitória por 3-2. No final dessa temporada Capucho deixou o F. C. Porto e Portugal e foi para a Escócia para ingressar no Rangers. Na temporada de 2004/05 mudou-se para Espanha para representar o Celta de Vigo. E foi aí que colocou um ponto final na sua carreira de futebolista.


Palmarés ao serviço do F. C. Porto:

1 Taça UEFA
3 Campeonatos Nacionais
4 Taças de Portugal
4 Supertaças Cândido de Oliveira
Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com

Obrigado por tudo Capucho.



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quarta-feira, 3 de março de 2010

Hall of fame: Sir Bobby Robson.





Hall of fame


Sir Bobby Robson



Sir Robert William Robson (Bobby Robson), nasceu no dia 18 de Fevereiro de 1933 em Sacriston. Enquanto jogador vestiu a camisola do Fulham, clube que representou 11 temporadas, e do West Bromwich Albion, durante 6 temporadas. Já no final da carreira representou os canadianos do Vancouver Royals onde foi treinador/jogador. Começou a carreira de treinador no clube canadiano mas logo transferiu-se para o Fulham. Na temporada de 1968/69 mudou-se para o Ipswich Town onde se manteve até a época de 1981/82. Ao serviço do clube da cidade de Ipswich, Robson venceu a Taça de Inglaterra em 1977/78 ao derrotar o Arsenal da Final. Venceu também a Taça UEFA em 1980/81 depois de vencer o AZ Alkmaar. Recentemente foi nomeado Presidente honorário do Ipswich Town como forma de gratidão pelo trabalho que realizou no clube.

Na temporada de 1982/83 foi convidado para dirigir a Selecção da Inglaterra onde esteve presente nos Campeonatos do Mundo do México em 1986 e de Itália em 1990. No México foi eliminado pela Argentina por causa de um golo marcado com a mão de Maradona, e em Itália perdeu nas meias-finais perante a Alemanha.Nas épocas de 1990/91 e 1991/92 foi treinador do PSV de Eindhoven e sagrou-se Campeão nas duas temporadas. Em 1992/93 mudou-se para o Sporting onde esteve uma época e meia até que foi despedido por Sousa Cintra depois da eliminação frente ao Casino Salzburgo.

A meio da temporada de 1993/94 chegou ao Futebol Clube do Porto e conquistou a Taça de Portugal derrotando na finalíssima o clube que o tinha despedido, o Sporting. E chegou à meia-final da Liga dos Campeões onde foi derrotado pelo Barcelona.Em 1994/95 e 1995/96 ainda ao serviço do F. C. Porto, sagrou-se Bi-Campeão Nacional e ainda venceu uma Supertaça.

Em 1996/97 mudou-se para o Barcelona onde venceu a Taça da Espanha e a Taça dos Vencedores das Taças. Na temporada seguinte voltou ao PSV e depois em 1999/2000 regressou a Inglaterra para orientar o seu clube do coração, o Newcastle onde se manteve até terminar a carreira na temporada de 2004/05. Foi condecorado com a Ordem do Império Britânico em 1990 e com o título de Cavaleiro em 2002, ambos pelos seus serviços prestados ao futebol.Faleceu no dia 31 de Julho de 2009, vitima de cancro.

Palmarés ao serviço do F. C. Porto:

2 Campeonatos de Portugal;
1 Taça de Portugal;
1 Supertaça Cândido de Oliveira.
Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com

Obrigado Sir Bobby Robson.



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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Hall of fame: Rabah Madjer.



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Rabah Madjer



Rabah Madjer nasceu a 15 de Fevereiro de 1958 em Hussein Dey. Foi considerado o melhor jogador Argelino de todos os tempos. Jogou na selecção da Argélia durante 14 anos, desde 1978 a 1992 e esteve presente em dois Campeonatos do Mundo (1982 e 1986).

Depois de uma passagem por França onde jogou no Racing de Paris e no Tours, Madjer chegou ao F. C. Porto em Abril de 1986 e no seu jogo de estreia no Estádio do Bessa marcou 2 golos com os quais os portistas venceram o Boavista por 2-1.

O momento alto da sua carreira foi a vitória na final de Viena onde o F. C. Porto derrotou os alemães do Bayern de Munique por 2-1 com um golo de calcanhar de Madjer que correu o mundo e ainda hoje é um dos mais belos da historia da maior prova do futebol europeu.

Com a conquista da taça dos Campeões Europeus, o F. C. Porto teve o direito a representar a Europa no Japão para a Taça Intercontinental contra o Peñarol do Uruguai. O jogo foi disputado com o relvado completamente coberto de neve, e depois de o resultado do jogo ser 1-1 foi preciso jogar o prolongamento, e foi nesse período do jogo que mais uma vez Madjer mostrou sua classe ao apontar o 2º golo que valeu a vitória na prova e ainda foi eleito o melhor jogador do jogo.

Mais tarde teve uma passagem pelo Valência mas voltou ao F. C. Porto onde terminou a sua brilhante carreira como jogador. Voltou ao F. C. Porto para ser técnico do Departamento de Futebol Juvenil em 1995/96, para ensinar os mais novos com a mesma magia com que jogava.No último jogo da época passada foi justamente homenageado juntamente com os seus companheiros da equipa que conquistaram a Taça dos Campeões Europeus, no Estádio do Dragão.

Palmarés ao serviço do F. C. Porto:


1 Taça Intercontinental

1 Taça dos Campeões Europeus

1 Supertaça Europeia2 Campeonatos de Portugal

1 Taça de Portugal

2 Supertaças Cândido de Oliveira.

Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com

Obrigado Madjer!

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Hall of fame: Deco.





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Deco


Anderson Luiz de Sousa (Deco), nasceu no dia 27 de Agosto de 1977 em São Bernardo do Campo, município de São Paulo; Brasil. Começou por se iniciar aos 9 anos de idade no Bonfim. Passou ainda pelo Guarani, Nacional, até que chegou ao Corinthians onde se estreou na equipa principal contra o Atlético Mineiro. Rumou depois ao Corinthians Alagoano e em 1997 foi vendido ao ............ que o emprestou ao Alverca.

No inicio da temporada de 1998/99 mudou-se para o Salgueiros, mas em Março de 99 chegou ao Futebol Clube do Porto e fez a estreia com a camisola azul e branca contra o Braga. Logo nessa época, Deco sagrou-se Campeão Nacional pela primeira vez e teve o seu nome registado na história dos jogadores que ajudaram a vencer o Penta-Campeonato. Na temporada seguinte venceu a Supertaça e conquistou a Taça de Portugal frente ao Sporting na finalíssima com uma vitória por 2-0 com Deco a marcar um grande golo de livre. Na temporada de 2000/01 voltou a repetir o triunfo na Taça de Portugal, desta vez ao derrotar o Marítimo. Na temporada seguinte venceu apenas a Supertaça.

Em 2002/03, Deco teve uma das suas melhores épocas e voltou a sagrar-se Campeão Nacional, venceu de novo a Taça de Portugal após vitória sobre o União de Leiria na final, e ganhou a Taça UEFA ao derrotar os escoceses do Celtic Glasgow por 3-2. A temporada seguinte voltou a ser recheada de vitórias que começou com novo vitória na Supertaça e mais um Campeonato Nacional ganho com total superioridade. Mas a maior conquista estava destinada para o ultimo jogo da temporada, a Final da Liga dos Campeões que o F. C. Porto venceu ao derrotar os franceses do Mónaco por 3-0 com Deco a marcar o segundo golo, o que seria o ultimo com a camisola dos Dragões.

No final dessa temporada, Deco transferiu-se para o F. C. Barcelona e logo na primeira época conquistou a titularidade e venceu o campeonato espanhol feito que repetiu na temporada seguinte, onde conquistou também a Supertaça de Espanha, e voltou a ganhar a Liga dos Campeões. Em 2006/07, Deco venceu de novo a Supertaça espanhola e no final da temporada de 2007/08 transferiu-se para Inglaterra onde representa actualmente o Chelsea F. C. Em 29 de Março de 2003, Deco estreou-se com a camisola da Selecção de Portugal num jogo contra o Brasil no Estádio das Antas. Foi uma estreia que não poderia ter corrido melhor já que Deco foi o autor do golo da vitória com que Portugal derrotou a Selecção Canarinha. Depois disso esteve presente nos Campeonatos da Europa de 2004 e de 2008 e esteve também no Campeonato do Mundo 2006.

Palmarés ao serviço do F. C. Porto:

1 Ligas dos Campeões
1 Taça UEFA
3 Campeonatos de Portugal
3 Taças de Portugal
2 Supertaças Cândido de Oliveira.
Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com

Ele é o número dez, finta com os dois pés, é melhor que o Pelé, é o Deco allez allez...
Nunca te esqueceremos, Mágico Deco.


O PORTO SOMOS NÓS!


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Hall of fame: Artur Jorge.





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Artur Jorge



Artur Jorge Braga de Melo Teixeira nasceu no dia 13 de Fevereiro de 1946 na cidade do Porto.Começou a jogar futebol nas camadas jovens do Futebol Clube do Porto, sendo Campeão Nacional em 1962/63 pelos juniores. Na temporada de 1964/65 estreou-se na equipa principal dos Dragões mas uma grave lesão afastou-o durante um grande período de tempo dos relvados. Na temporada seguinte mudou-se para Coimbra onde viria a representar a Académica durante 4 temporadas. Depois em 1969/70 transferiu-se para o ...................., onde foi por 4 vezes Campeão Nacional, venceu 2 Taças de Portugal e foi por 2 vezes o melhor marcador do campeonato.


Em 1975/76 ingressou no Belenenses onde voltou a sofrer mais uma grave lesão que o fez retirar-se da carreira de futebolista. Foi depois para a Alemanha tirar o curso de treinador e quando regressou foi convidado por José Maria Pedroto a fazer parte da sua equipa técnica no Futebol Clube do Porto. No entanto pouco depois Pedroto e o então Presidente portista, Américo de Sá, desentenderam-se e Pedroto foi para Guimarães levando consigo Artur Jorge.


Em 1981/82 passou a treinador principal do Portimonense, onde esteve durante duas temporadas.Na temporada de 1984/85 Artur Jorge regressou ao F. C. Porto para ser o treinador principal, e não poderia ter sonhado com melhor destino já que se sagrou Campeão Nacional, título que voltaria a repetir na temporada seguinte assim como a conquista da Supertaça na época de 1985/86.


Em 1986/87 Artur Jorge tornou-se no primeiro treinador nacional a conquistar a Taça dos Clubes Campeãos Europeus depois do F. C. porto ter vencido na Final de Viena os alemães do Bayern Munique por 2-1. Na temporada seguinte rumou a Paris para orientar o Matra Racing onde se manteve durante duas épocas. Em 1989/90 voltou às Antas para de novo levar o F. C. Porto à conquista do Título Nacional e da Supertaça. Na temporada seguinte venceu a Taça de Portugal.


Depois voltou a partir para França para comandar o Paris S. G. onde venceu uma Taça de França e um campeonato francês. Em 1994/95 Voltou a Portugal mas desta vez para treinar o .................. onde não ganhou nada. Saiu no final da temporada para se tornar no técnico da Selecção da Suíça. Passou ainda pelo comando da Selecção de Portugal, pelo Tenerife, voltou ao Paris S. G., depois seguiu-se o Vitesse, Al Nassr. Em 2001/02 foi campeão na Arábia Saudita pelo Al Hilal. Na temporada seguinte regressou a Portugal para treinar a Académica. Depois passou pelo Spartak de Moscovo, Camarões, Créteil e Irão. No entanto nunca mais conseguiu ter o êxito que alcançou quando foi treinador do Futebol Clube do Porto.


Palmarés como treinador ao serviço do F. C. Porto:

1 Taça dos Campeões Europeus
3 Campeonatos de Portugal
2 Supertaças Cândido de Oliveira
1 Taça de Portugal.
Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com


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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Hall of fame: Mário Jardel.





Hall of fame



Jardel





Mário Jardel Almeida Ribeiro, nasceu em Fortaleza no dia 18 de Setembro de 1973. Foi um dos maiores goleadores de sempre do Futebol Clube do Porto e ainda hoje deixa saudade a alguns pela sua tremenda eficácia no que a golos diz respeito.


"Super Mário"ou "Jardigol" eram estas as suas principais alcunhas e tudo começou no Ferroviário, passando depois mais tarde pelo Vasco da Gama e pelo Grémio de Porto Alegre (clube então na altura treinado por Scolari). Foi no Grémio, que conquistou um dos seus principais títulos da sua carreira (Taça das Libertadores) e inclusivé se tornou o melhor marcador da competição com 9 golos e nessa altura já se antevia, que o seu futuro no Brasil não se iria prolongar por muito tempo. Tal coisa se veio a confirmar no ano seguinte (1996), quando chegando ao verão aparece o F. C. Porto interessado e após bater a concorrência adquire o ponta de lança brasileiro e na altura muitos duvidavam essa mesma contratação, devido ao seu ar um pouco desengoçado e aparentemente não ser muito habilidoso no jogo de pés, sendo o cabeceamento a sua principal arma.


Chegou então ao F. C. Porto para a época 1996/97 e se estreou na 1ªjornada no saudoso Estádio das Antas frente ao Vitória de Setúbal, num jogo de má memória para os dragões uma vez que o jogo terminou empatado a duas bolas, sendo que o golo do empate foi de autoria do estreante Mário Jardel, que nessa partida tinha iniciado como suplente. Porém, já na jornada seguinte se estreou como titular em Leiria e voltou a marcar e a partir daí se viu claramente, que estavamos perante um jogador completamente diferente dos outros, com características únicas e a apresentar uma tremenda eficácia e frieza na finalização. Um dos momentos mais altos da sua carreira será garantidamente aquela noite mágica de San Siro, onde o F. C. Porto obteve uma das vitórias mais emocionantes dos últimos anos e foi precisamente o brasileiro a ser o principal protagonista da partida ao apontar 2 golos ao gigante Rossi e o mérito é ainda maior, sabendo que iniciou o jogo no banco de suplentes e entrou apenas aos 62 minutos de jogo para o lugar de Barroso, fazendo então aos 76 e 82 minutos de jogo os golos, que ditaram uma vitória histórica sobre o poderoso Milan de Rossi, Maldini, Panucci, Albertini, Desailly, Boban, Baggio, Weah, Simone e companhia.


Foi no F. C. Porto claramente, que o Jardel teve o seu maior período de sucesso e nas quatro épocas de azul e branco vestido foi por quatro vezes o melhor marcador do campeonato, tendo o seu máximo de golos ter sido atingido na sua última temporada na época 1999/00 ao marcar 38 golos em 32 jogos e curiosamente foi a única temporada onde não se sagrou campeão ao serviço do F. C. Porto, tendo ganho tudo ao serviço dos dragões a nível interno, ou seja, campeonato, taça e supertaça e chegando até aos quartos de final da Liga dos Campeões, sendo o F. C. Porto eliminado de uma forma injusta perante o todo poderoso Bayern e nos dois jogos dessa eliminatória o F. C. Porto marcou um golo em cada um desses jogos e para não variar o matador brasileiro marcou os golos da sua equipa ao sempre temível Oliver Kahn, mas infelizmente não foi suficiente para seguir em frente muito graças a um senhor do apito de nome Hugh Dallas.


No final de cada temporada muito se falava na saída do Mário Jardel do F. C. Porto e a verdade é que se falava muito e nada se concretizava, mas em Junho do ano 2000 tudo mudou, aparecendo finalmente um clube a pagar a sua cláusula de rescisão (3,2 milhões de contos) e assim o F. C. Porto não podia fazer nada e a saída foi inevitável para os turcos do Galatasaray, que acabara de se sagrar vencedor da Taça Uefa e possuindo jogadores de grande nível como o guarda-redes Taffarel, Popescu, Emre, Okan, Hagi, Hasan Sas ou Hakan Sukur, que no final dessa temporada se transferiu para o Inter de Milão e assim possibilitou a vinda do Jardel em sua substituição.


A sua chegada à Turquia foi de um clima de grande euforia, por terem a noção de que tipo de reforço haviam contratado e "Super Mário" não se fez rogado, se destacando logo no início ao ser um dos principais responsáveis pelo apuramento do Galataray para a Liga dos Campeões ao apontar dois golos frente aos suiços do St.Gallen na vitória por 2-1. Mas, foi num jogo a contar para a Supertaça Europeia frente ao Real Madrid, que Mário Jardel passou a ser "herói" para os adeptos da equipa turca ao apontar os dois golos, que possibilitaram derrotar o Real Madrid, já com o internacional portugûes Luís Figo na equipa. A sua época na Turquia em termos desportivos foi boa (para o campeonatos 22 jogos-24 golos), só que claramente nunca se conseguiu adaptar à cultura turca e ainda para mais o facto do Galatasaray apresentar uma grave crise financeira e o Jardel auferir um ordenado bastante elevado a saída seria a melhor solução e então aí muito se falou e inclusivé o seu regresso a "casa" esteve mesmo muito próximo de acontecer, não acontecendo pelas razões já por diversas vezes conhecida. A verdade é que o seu destino acabou mesmo por ser Portugal, mas não no F. C. Porto, mas sim no Sporting, chegando já com a época a decorrer e com alguns quilos a mais, logo seria necessário umas semanas de trabalho árduo para voltar a estar fisicamente disponível para uma época bastante exigente e longa. Mesmo não estando na sua plenutide, foi imediatamente chamado para a titularidade no Sporting e como Jardel significa golos, não se fez rogado e mesmo na estreia frente ao Leiria de José Mourinho (jogo acabou empatado a uma bola) fez o gosto ao pé, apontando o golo de grande penalidade.


Um dos momentos mais marcantes para o jogador nessa temporada foi sem dúvida o seu regresso ao Estádio das Antas, um estádio onde lhe deu muitas alegrias durante quatro anos e que deixou enormes saudades, mas infelizmente regressou como adversário, num jogo onde para ele aconteceu de tudo, marcou um golo (golo 150 na Liga), falhou uma grande penalidade (defendida por Vítor Baía) e foi expulso por acumulação de amarelos. Acabou a época 2001/02 com o Sporting campeão e o Jardel a apontar o impressionante número de 42 golos marcados em apenas 30 jogos disputados. Mas, esta foi a última temporada do "verdadeiro" Jardel, quem diria depois de uma época ao apontar tantos golos e por vezes de maneira incrível, se pudesse acreditar o que viria a seguir, caminhando num autêntico "inferno" e que ainda hoje o tenta sair de lá. A história já muitos a sabem de cor, desde os motivos da sua não convocação para o Mundial 2002 ou a transferência para um colosso europeu não se ter concretizado, tudo junto fez com que o levaram a ficar naquele estado aquando do início para a época 2002/03, onde chegou a ser hipótese a sua saída do Sporting, mas tal não se verificou, tendo feito uma época a "espaços", isto é, jogando jogo sim jogo não por vezes, mas mesmo assim terminou a época com 11 golos marcados e pela primeira vez em seis épocas em Portugal não se sagrou o melhor marcador do campeonato.


Depois da sua saída do Sporting seguiu para Inglaterra (mais concretamente o Bolton), onde não foi feliz, mas fica registado o seu golo ao Liverpool para a Taça da Liga e que valeu a passagem do Bolton à ronda seguinte, seguindo-se o Ancona de Itália, Palmeiras, Newell´s Boys (onde se sagrou campeão), Alavés, Goias, Beira-Mar, Anorthosis Famagusta e mais recentemente e última equipa o Newcastle Jets da Austrália. O seu regresso ao futebol português se deveu à vontade do próprio Jardel e nesse aspecto de destacar o papel, que o técnico Augusto Inácio teve sobre o Jardel, "transformando" por completo os hábitos deste jogador e o caminho para a sua recuperação como homem se conseguiu e em termos desportivos só não teve os efeitos mais desejados, porque também não contribuiu o facto do técnico Inácio ter permanecido durante muito tempo no Beira-Mar, sendo substituído pelo treinador Carlos Carvalhal. No seu regresso a Portugal, apontou quatro golos (três no campeonato e um na taça) pelo Beira-Mar e de destacar o seu golo na 1ª jornada frente ao Aves, num golo após a cobrança de um pontapé de canto apontado por Rui Lima, surge o "Super Mário" a cabecear, apontando um excelente golo de cabeça e que marcaria um excelente regresso a um país, que tão bem conhecia. Um dos maiores momentos no seu regresso, foi claramente o seu regresso ao estádio do F. C. Porto, onde os adeptos prestaram a merecia homenagem a este goleador, que após a sua substituição se despediu do público portista bastante emocionado e com a "promessa" de voltar um dia ao F. C. Porto. A sua saída para o Chipre a meio da época, acontece porque já não era muito utilizado no Beira-Mar, que vivia uma crise técnica e ambas as partes entenderam que seria melhor a sua saída e assim foi e ainda foi a tempo de conquistar mais um título na sua carreira, ao vencer a Taça do Chipre ao serviço do Anorthosis e no campeonato cipriota apontou três golos e curiosamente todos os golos, foram marcados nas únicas vezes em que foi titular.


Por agora resta-nos lembrar daqueles golos inesquecíveis, que marcou ao serviço do nosso clube, golos para todos os gostos e feitios (desde "bicicleta", de "letra" ou de "bunda") e certamente guarda-redes como Rossi, Kahn, Hesp ou Casillas não esquecerão os golos sofridos por este jogador e como quem sabe nunca esquece, quem sabe se não voltará o Mário Jardel a sorrir?


Palmarés ao serviço do F. C. Porto:

2 Campeonatos de Portugal em 1996/97, 1997/98;
2 Taças de Portugal em 1997/98 e 1999/00;
3 Supertaças de Portugal em 1996, 1998 e 1999;
Melhor marcador do Campeonato Português 1996/97, 1997/98, 1998/99, 1999/00;
Bota de Ouro 1999.
Fonte: estrelas-do-fcp.blogspot.com


Obrigado Jardigol.



O PORTO SOMOS NÓS!


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Hall of fame: Rodolfo.



Hall of fame

Rodolfo


Rodolfo Reis nasceu no dia 29 de Janeiro de 1954 na cidade do Porto. Foi o único jogador do Futebol Clube do Porto que nunca vestiu outra camisola. Desde os seus 11 anos, altura em que ingressou nos iniciados do F. C. Porto, até aos 30 anos quando pôs um ponto final na sua carreira. Foram 19 anos sempre a defender a camisola azul e branca.


Foi o capitão da equipa que ao fim de um longo jejum de 19 anos se sagrou Campeã Nacional na época de 1977/78. Sobre esse campeonato e principalmente sobre o jogo contra o ........ no Estádio das Antas, Rodolfo disse no livro t´antas glórias de Júlio Magalhães: “As coisas estavam complicadas depois do auto-golo do Simões, até que empatamos com um golo do Ademir em que a bola passou no meio de 20 jogadores que estavam dentro da área do .............. Recordo-me que fomos festejar com o Ademir e ajoelhamo-nos a agradecer a Deus aquele golo que nos salvou de viver o que seria, com toda a certeza, um dos momentos desportivos mais tristes da história do estádio. Eram muitos milhares à espera daquele título e que não acreditavam que o perdêssemos ali. E estivemos quase a perder”.

Na temporada seguinte 1978/79, o F. C. Porto volta a sagrar-se Campeão Nacional ainda com Rodolfo como capitão. Na época de 1980/81 conquistou a primeira Supertaça para o F. C. Porto. Repetiu o feito na temporada de 1982/83, quando colocou um ponto final na sua carreira de futebolista.Depois de deixar o futebol, Rodolfo iniciou a carreira de treinador nos juniores do F. C. Porto. Passou por diversos clubes até que na tempodada de 1998/99 voltou ao Futebol Clube do Porto para ser adjunto de Fernando Santos onde saiu em 2000/01.


Palmarés

2 Campeonatos Nacionais

1 Taça de Portugal

2 Supertaças Cândido de Oliveira


Obrigado Rodolfo.




O PORTO SOMOS NÓS!



quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Hall of fame: Rui Filipe.




Hall of fame


Rui Filipe


Rui Filipe Tavares de Bastos nasceu no dia 8 de Março de 1968 em Vale de Cambra. Deu os primeiros pontapés na bola no A. D. Valecambrense até despertar a cobiça do Futebol Clube do Porto, clube para o qual se mudou na temporada de 1889/90. Foi depois emprestado, primeiro ao Sporting de Espinho e na temporada seguinte ao Gil Vicente. Na época de 1991/92, Rui Filipe passou a integrar o plantel portista que era comandado pelo técnico brasileiro Carlos Alberto Silva, e pela primeira vez sagrou-se Campeão Nacional.


Na temporada seguinte e ainda com o treinador brasileiro, os Dragões voltam a conquistar o Título Nacional ao que juntaram a conquista da Supertaça.Na época de 1993/94 Rui Filipe ajudou a conquistar a Taça de Portugal, que o F. C. Porto venceu ao derrotar o Sporting na finalíssima por 2-1. Ainda nessa temporada e na sua participação na Liga dos Campeões, e já com Bobby Robson no comando técnico, o F. C. Porto realizou um dos seus mais brilhantes jogos ao vencer na Alemanha o Werder Bremen por 5-0 com Rui Filipe a sair do banco e a inaugurar o marcador.


Na temporada de 1994/95, Rui Filipe começava a ser um dos pilares do meio-campo dos Dragões. E foi ele que na primeira jornada contra o Braga marcou o primeiro golo da vitória do F. C. Porto por 2-0, contribuindo assim para a conquista do título de Campeão Nacional. Poucos dias depois os portistas visitaram o estádio da Luz para o jogo da primeira-mão da Supertaça que terminou com um empate por 1-1. De novo Rui Filipe apontou o golo portista. Um golo cheio de classe e talento onde o ainda jovem jogador, apenas com uma simulação tirou o famoso guarda-redes Preud´Homme do caminho da bola. Nesse mesmo jogo Rui Filipe viu o cartão vermelho que lhe impediu de ser convocado para a partida contra o Beira-Mar. No fim de semana desse jogo teve um acidente que o vitimou a 28 de Agosto de 1994.


Faço esta homenagem ao homem que marcou o primeiro golo do "Penta" e a um jogador que encarnava o espírito de jogador à Porto . Muitos de vocês devem-se lembrar desse golo marcado ao Sp. de Braga na primeira jornada.


Palmarés

3 Campeonatos Nacionais

1 Taça de Portugal

2 Supertaças Cândido de Oliveira


Obrigado Rui!



O PORTO SOMOS NÓS


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Hall of fame: Jorge Costa - Capitão.




Hall of Fame


Jorge Costa



Jorge Paulo Costa Almeida nasceu no dia 14 de Outubro de 1971 na cidade do Porto. Começou por jogar futebol no F. C. Foz e aos 14 ingressava no Futebol Clube do Porto.

Na temporada de 1990/91 estreou-se como sénior e foi emprestado ao F. C. Penafiel onde assumiu uma grande importância na equipa orientada por Victor Manuel para o clube assegurar a permanência. Na época seguinte de novo foi emprestado mas desta vez rumou à ilha da Madeira para jogar pelo C. S. Marítimo. Com a camisola do clube insular, Jorge Costa viveu um episódio caricato. No jogo contra o Futebol Clube do Porto no estádio dos Barreiros, marcou o único golo do encontro, mas na sua própria baliza. Foi um mau momento que com a ajuda dos colegas e do seu treinador, Paulo Autuori, ultrapassou. Nessa época no Marítimo, Jorge Costa fez 31 jogos e falhou apenas 3 por castigo.

Na temporada de 1992/93 regressou ao Futebol Clube do Porto para fazer parte do plantel que era comandado pelo brasileiro Carlos Alberto Silva. Na estreia do campeonato dessa época, assumiu a titularidade e marcou o único golo com que o FCP venceu o Estoril. Apesar de não ter sido muitas vezes chamada à titularidade, por culpa de Aloísio e Fernando Couto que eram os habituais titulares, ainda assim fez 9 jogos e marcou 1 golo, o tal da vitória contra o Estoril. E no final da época sagrou-se pela primeira vez Campeão Nacional. Conquistou a Supertaça ao derrotar o Benfica em Coimbra. Foi também nesta temporada que Jorge Costa se estreou a jogar na Liga dos Campeões e onde apontou o seu primeiro golo nesta competição na primeira ronda quando o Futebol Clube do Porto eliminou o U. S. Luxembourg.

Na temporada de 1993/94 venceu a Taça de Portugal contra o Sporting no Jamor, a Supertaça contra o Benfica em Paris, e somou mais de 20 jogos a contar com todas as competições, um desses jogos foi na Alemanha contra o Werder Bremen a contar para a Liga dos Campeões onde os portistas venceram por 5-0. Na época seguinte festejou o seu segundo título e o primeiro da grande caminhada para o Penta-Campeonato. Em 1995/96 juntou a conquista da Supertaça ao título de Campeão após ter derrotado o Benfica por 1-0 no estádio das Antas e 5-0 no estádio da Luz, onde foi o autor do terceiro golo da histórica goleada. Mas nesse ano de 1996 durante o mês de Abril uma grave lesão pô-lo de fora do resto da época e acima de tudo do Europeu de Inglaterra de 96. Na pré-época de 1997/98 o Futebol Clube do Porto viagou até a Suécia para lá fazer o estágio. Num dos primeiros treinos da nova temporada e ao tentar antecipar-se ao polaco Mielcarski, Jorge Costa lesionou-se de novo com gravidade, rotura do ligamento cruzado anterior. A meio da época estava recuperado e de regresso aos estádios de futebol ainda bem a tempo de se sagrar Tetra-Campeão e vencer a Taça de Portugal.

Para a época de 1998/99 o Futebol clube do Porto apostou em Fernando Santos para orientar a equipa e de novo conquistou o Título de Campeão. No dia 22 de Maio de 1999 o F. C. Porto jogava em Alvalade contra o Sporting, o outro candidato ao título jogava também nesse dia mas antes do jogo dos Dragões, com o empate do Boavista em Faro, os azuis e brancos sagraram-se Penta-Campeões mesmo antes do jogo contra o Sporting começar. Quando os jogadores portistas entraram em campo para fazerem os habituais exercícios de aquecimento, dirigiram-se logo para o topo norte do estádio José de Alvalade para festejarem com os adeptos azuis e brancos. O jogo passou para segundo plano e a equipa da casa adiantou-se no marcador mas depois Zahovic igualou o marcador com que se chegou ao final do jogo. Depois foi a viagem de regresso à cidade invicta onde chegaram nas primeiras horas da madrugada à Praça da Liberdade onde muitos milhares de portistas esperavam os jogadores da única equipa portuguesa que até aos dias de hoje se sagrou Penta-Campeão.

Na temporada de 1999/2000, Jorge Costa levantou a Taça de Portugal o que veio a repetir-se na época seguinte. Para 2001/02 com a saída de Fernando Santos o F. C. Porto apostou em Octávio Machado para comandar a equipa, mas com o passar do tempo ficou provado que tinha sido uma aposta falhada e só ficou na Antas até Janeiro, mas pior do que isso foi esse treinador que empurrou Jorge Costa para fora do seu clube do coração. Assim em Dezembro no dia 2, Jorge Costa partiu para Inglaterra onde iria jogar no Charlton. No final dessa temporada e devido às boas exibições que fez em Inglaterra, o clube londrino tentou comprar o jogador português, mas o novo treinador do Futebol Clube do Porto, José Mourinho, disse que Jorge Costa era imprescindível e que tinha de regressar ao seu clube de sempre.

Para a época de 2002/03, Jorge Costa era o capitão da equipa que apresentava muitas caras novas mas que no final do campeonato se sagraram Campeões Nacionais e venceram a Taça de Portugal e mais importante ainda, foi Jorge Costa que levantou a Taça UEFA em Sevilha depois do F. C. Porto derrotar o Celtic de Glasgow.Na temporada seguinte de novo sob o comando de José Mourinho, o F. C. Porto começou por vencer a Supertaça ao derrotar a União de Leiria em Guimarães, mas já não teve a sorte pelo seu lado quando foi ao Mónaco para medir forças com o A. C. Milan para disputar a Supertaça Europeia. No que diz respeito ao campeonato, o F. C. Porto sagrou-se Bi-Campeão. Mas o grande feito dessa época foi a conquista da Liga dos Campeões. Na cidade alemã de Gelsinkirchen os portistas fizeram valer toda a sua classe para vencerem de forma clara o A. S. Mónaco por 3-0. Jorge Costa juntamente com Vítor Baía, lá estava mais uma vez como capitão de equipa para levantar o mais cobiçado troféu a nível de clubes. Como sempre as ruas da cidade do Porto encheram-se de portistas que esqueciam todos os seus problemas do dia-a-dia para unicamente festejarem a grande vitória do seu clube.

A temporada de 2004/05 foi de mudanças tanto de treinadores como de vários jogadores. A nível interno o F. C. Porto conquistou a Supertaça em Coimbra ao vencer o Benfica por 1-0 através de um grande golo de Quaresma. Quanto a nível internacional, na Liga dos Campeões chegou aos oitavos de final onde foi eliminado pelo Inter de Milão, mas em Dezembro o nome do Futebol Clube do Porto voltou a correr mundo depois da conquista da Taça Intercontinental no Japão onde os portistas derrotaram a equipa colombiana do Once Caldas. Mais uma vez foi Jorge Costa que ergueu pela última vez a Taça Intercontinental que sagrou o F. C. Porto como Campeão do Mundo de Clubes.

Para 2005/06 chegou um treinador holandês que vinha rotulado de disciplinador. Com ele Jorge Costa passou a ser a quarta opção e só jogou na pré-época. Assim Jorge Costa mais uma vez, vê-se obrigado a deixar o seu clube de sempre e rumar ao estrangeiro onde se juntou ao seu ex-companheiro do F. C. Porto, Sérgio Conceição, no Standard de Liége, clube onde viria a terminar a sua brilhante carreira de futebolista em Outubro de 2006. Em Dezembro desse mesmo ano começa uma nova fase da sua vida ao ser treinador adjunto de Rogério Gonçalves no Sporting de Braga, para em Fevereiro de 2007 assumir o comando técnico dos bracarenses depois da saída de Rogério Gonçalves. Manteve-se a treinador dos minhotos até que em Outubro o clube prescindiu dos seus serviços. Actualmente é o treinador do Olhanense.

Palmarés

1 Taça Intercontinental
1 Liga dos Campeões
1 Taça UEFA
8 Campeonatos de Portugal
5 Taças de Portugal
7 Supertaças Cândido de Oliveira


Muito mais podia dizer sobre este grandíssimo jogador, um ídolo para mim, o meu jogador preferido de sempre. Só tenho pena, que a nossa direcção não tenha feito a homenagem que tu tanto mereces Capitão, estarás para sempre no meu o nos corações de todos os portistas, obrigado por tudo.





O PORTO SOMOS NÓS


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Hall of fame: Américo Lopes.





Hall of fame



Américo Lopes



Senhor da baliza durante a década de 60, os adeptos que o viram jogar nunca se vão esquecer de Américo. Fazia parte dos «Magriços», a selecção portuguesa que brilhou no Mundial de 66, em Inglaterra, e foi campeão pelo F. C. Porto sob a batuta de Yustrich. Sólido como uma rocha, elástico quando as bolas eram mais apertadas e imperturbável enquanto líder da equipa, reinou numa época marcada por um quase deserto de títulos portistas. Ainda assim, as magníficas exibições que durante anos assinou na baliza do F. C. Porto preenchem o imaginário de muitos adeptos azuis e brancos, que não se esquecem de o ver «voar» entre os postes.

Era o terceiro guarda-redes, mas Manuel Pinho e o internacional Acúrsio ainda lhe permitiram realizar um jogo nessa temporada. Em 1963/64 o lugar entre os postes já era seu e assim se manteve durante os cinco anos seguintes. No F. C. Porto conquistou ainda uma Taça de Portugal, em 1968, tendo realizado uma exibição notável na final.
Para culminar a sua carreira, ainda nessa mesma temporada, venceu a primeira classificação de regularidade alguma vez instituída em Portugal, o Prémio Somelos.
No final da época de 1969, com 36 anos, despediu-se do futebol.


Selecção Nacional

Alcançou 15 internacionalizações. Américo Lopes foi um dos três portistas que integraram o grupo dos 22 célebres "Magriços" que realizaram a campanha do Campeonato do Mundo de 1966, em Inglaterra.
Não foi utilizado, um facto de que o seleccionador nacional se confessou arrependido alguns anos mais tarde. Rapidamente conquistou também um lugar na selecção, estreando-se na Suíça, em 1964, num jogo que Portugal venceu por 2-3. Após ter revelado uma regularidade notável, foi com alguma surpresa que não foi utilizado nos jogos de apuramento para o Mundial de 1966 nem na fase final dessa competição.
O futuro encarregou-se de revelar o seu devido valor, quando o seleccionador nacional, passado alguns anos, confessou que o seu único erro em Inglaterra foi não o ter colocado na equipa em vez de José Pereira quando retirou o sportinguista Carvalho.
Regressaria à selecção em 1967, fazendo então nove jogos consecutivos. Só cederia o posto para o jovem Damas, no final de 1968. Américo foi sem dúvida um dos melhores guarda-redes portugueses de sempre e isso é reconhecido com a frase escrita e referida por um autor de um livro dedicado às antigas glórias do F. C. Porto "Américo ia atrás da bola como um gato ia atrás de um rato".


Palmarés:

1 Campeonato de Portugal
1 Taça de Portugal


Obrigado Américo Lopes.




O PORTO SOMOS NÓS!


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Hall of fame: Fernando Gomes - O bi-bota d' ouro.



Hall of fame



Fernando Gomes



Fernando Mendes Soares Gomes (22 de Novembro de 1956), é o maior goleador de sempre da história do F. C. Porto e o mais mortífero do futebol nacional. Um matador que foi rei em Portugal e na Europa. Gomes dominava a área como poucos, o seu jogo de cabeça era brilhante, rematava forte e colocado com ambos os pés e parecia, como que por magia, adivinhar os lances para facturar. Foi por seis vezes o melhor marcador do campeonato nacional e em duas delas, 1983 e 1985, juntou a esse título o de goleador-mor da Europa. Nascia, então, o Bibota. Gomes foi um dos pilares fundamentais do F. C. Porto que surpreendeu e conquistou o respeito da Europa do futebol. Responsável por cinco golos na caminhada até Viena, falhou o jogo decisivo frente ao Bayern de Munique por ter partido a perna a poucos dias do desafio. Viu a conquista do título europeu em casa, engessado e de muletas, mas recuperou a tempo de levantar a Supertaça Europeia e a Taça Intercontinental. Terminou a carreira em 1991, com 318 golos marcados em mais de 400 jogos disputados.

Participou pela primeira vez na Seleção Portuguesa de Futebol em 9 de Março de 1975 e pela última vez em 16 de Novembro de 1988 tendo jogado um total de 48 jogos e marcado 13 golos. Participou no Campeonato da Europa de 1984 e no Campeonato do Mundo de 1986.


Frase Famosa:
«Marcar um golo é como ter um orgasmo.»

Palmarés:

"Botas de Ouro" 82/83 e 84/85
1 Taça dos Campeões Europeus 86/87
1 Taça Intercontinental 1987
1 Supertaça Europeia 1987
5 Títulos de campeão nacional 77/78, 78/79, 84/85, 85/86, 87/88
3 Taças de Portugal 76/77, 83/84 e 87/88
6 "Bolas de Prata"
3 Supertaças Cândido de Oliveira,
46 internacionalizações (13 golos).


E fica assim um pouquinho da história deste magnífico jogador, que muito deu ao Futebol Clube do Porto. Obrigado Fernando Gomes.



O PORTO SOMOS NÓS


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Hall of fame: João Pinto - "Eterno Capitão".



Hall of fame


João Pinto



João Domingos da Silva Pinto, ou simplesmente João Pinto (data de nascimento: 21 de Novembro de 1961), foi um dos mais representativos futebolistas portugueses das décadas de 80 e 90. Actuando na posição de defesa-direito, jogou no F. C. Porto durante toda a sua carreira profissional e representou a Selecção Portuguesa em 70 partidas. Em 2007 é treinador adjunto do F. C. Porto.

Carreira como Jogador.

João Pinto começou a jogar futebol aos 12 anos no Clube de Futebol de Oliveira do Douro, freguesia vizinha de Vilar de Andorinho, onde nasceu, no concelho de Vila Nova de Gaia.

Tendo chegado ao F. C. Porto com 14 anos, João Pinto cumpriu ainda grande parte da sua formação nas Antas. Em 1981/82 integrou pela primeira vez a equipa sénior, mas só na época seguinte conquistou a titularidade no lado direito da defesa, sob o comando de José Maria Pedroto. Foi titular do F. C. Porto durante mais de uma década e nunca mais vestiu outra camisola, tendo envergado a braçadeira de capitão durante grande parte da sua carreira.

Em 1984 jogou a final da Taça das Taças, que o F. C. Porto perdeu frente à Juventus; três anos depois, já como capitão de equipa, levantou a Taça dos Clubes Campeões Europeus em Viena e ficou para a história por não ter largado a taça por um momento sequer desde que esta lhe foi entregue até recolher aos balneários. A Taça Intercontinental e a Supertaça Europeia da mesma época (1986/87) completam o seu palmarés internacional.

A nível interno, jogou 407 jogos e venceu mais de vinte títulos com o F. C. Porto, incluindo os três primeiros do histórico Penta (única altura em que um clube português foi campeão cinco vezes consecutivas). No final da época 1996/97, em que o F. C. Porto conquistou o primeiro (e até agora único) tricampeonato da sua história, João Pinto decidiu terminar a carreira. Na festa de apresentação do plantel para a época seguinte despediu-se dos adeptos numa cerimónia simbólica em que entregou a braçadeira de capitão e a camisola número 2 a Jorge Costa.

A estreia de João Pinto na Selecção AA Portuguesa aconteceu em 1983, contra a França, quando tinha pouco mais de 21 anos e já contava com 34 internacionalizações nas selecções jovens. Pela selecção principal disputou 70 partidas, tendo marcado apenas um golo, contra a Suíça, numa partida de qualificação para o Mundial de 1990. Portugal não se qualificou para o referido mundial, mas João Pinto já havia feito parte da convocatória nacional em duas grandes competições: jogou as quatro partidas que Portugal disputou no Euro 84, enquanto no Mundial 86, lutando contra uma pleurisia, foi apenas suplente não-utilizado.

Ao disputar a sua 67ª partida pela Selecção Nacional, João Pinto tornou-se o futebolista português mais internacional de sempre, título que deteve até ser ultrapassado por Vítor Baía. Hoje, mesmo longe dos relvados há uma década, ocupa o sétimo lugar no ranking de internacionalizações e é o jogador que mais vezes capitaneou a Selecção Portuguesa - em 42 dos 70 jogos que disputou. Despediu-se da Selecção "em casa" - no Estádio das Antas - num Portugal x Ucrânia que Portugal venceu por 1-0, em 1996.

Carreira como treinador.

Em 1997/98, terminada a sua carreira como jogador, João Pinto assumiu o comando da equipa de juniores A do F. C. Porto, que treinou durante sete épocas. Em 2004/05 passou a estar ligado à equipa principal, desempenhando por dois anos o papel de observador. No início da época 2006/07 o treinador holandês Co Adriaanse e dois dos seus adjuntos pediram demissão a poucos dias da Supertaça que o F. C. Porto disputaria contra o Vitória de Setúbal, ficando a equipa técnica portista reduzida a dois elementos: Rui Barros e Wil Coort, respectivamente treinador adjunto e treinador de guarda-redes. É nesta situação delicada que João Pinto é convidado a assumir a posição de treinador adjunto, completando a equipa técnica que venceria a Supertaça por 3-0.

Poucos dias depois foram contratados o treinador Jesualdo Ferreira e o seu adjunto Carlos Azenha, mas João Pinto, tal como Barros e Coort, permaneceu na equipa técnica.

Palmarés como jogador:

1 Taça dos Clubes Campeões Europeus (1987);
1 Supertaça Europeia (1987);
1 Taça Intercontinental (1987);
9 Campeonatos Nacionais (1984/85, 1985/86, 1987/88, 1989/90, 1991/92, 1992/93, 1994/95, 1995/96, 1996/97);
4 Taças de Portugal (1983/84, 1987/88, 1990/91, 1993/94);
8 Supertaças Cândido de Oliveira (1983, 1984, 1986, 1990, 1991, 1993, 1994, 1996).

Palmarés como Treinador dos juniores A do F. C. Porto:

2 Campeonatos Nacionais (1997/98 e 2000/01);
1 Campeonato Distrital (1997/98).
Como treinador adjunto do F. C. Porto:

3 Campeonato Nacional (2006/07, 2007/08, 2008/09);
2 Supertaça Cândido de Oliveira (2006, 2009);
1 Taça de Portugal (2008-09).

E fica assim um pouco da história deste grande jogador e grande capitão do Futebol Clube do Porto. Obrigado João Pinto.




O PORTO SOMOS NÓS!


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Hall of fame: José Maria Pedroto - "O Zé do Boné".




Hall of Fame



José Maria Pedroto




José Maria Pedroto foi um treinador e ex-jogador de futebol, nasceu no dia 21 de Outubro de 1928 em Almacave, Lamego, Portugal, e faleceu em 1985.Grande jogador do F.C.Porto, da equipa que foi campeã nacional com Yustrich em 1955/56 e em 1958/59 com Bella Guttman.


Jogou nos infantis do F. C. Porto, e no Leixões já em idade de júnior. Pedroto compensava a falta de físico com um enorme talento. O serviço militar levou-o ao Lusitano de VRSA, onde começou a despertar o interesse dos grandes.


Em 1950 transfere-se para o Belenenses. Pedroto cedo se afirmou como um dos melhores médios do futebol Português. Em 1951 estreia-se pela selecção nacional, em Paris. Em 1952 a sua transferência para o F. C. Porto envolveu verbas recorde para a altura. O F. C. Porto estava a construir uma grande equipa que viria finalmente a quebrar um jejum de muitos anos...Em 1956, comandada por Dorival Yustrich, a equipa do F. C. Porto conquista o Campeonato e a Taça de Portugal. Pedroto foi uma das principais figuras da equipa.Em 1959, Pedroto é novamente campeão nacional. Em 1960, Pedroto torna-se o primeiro treinador Português com curso superior. Foi um treinador com excelentes capacidades técnicas associadas a um discurso agressivo, na onda Mourinho numa época diferente.


Enquanto treinador, Continuou a evidenciar-se nos "estudos", obtendo uma brilhante classificação num curso de treinadores efectuado em França. Estes resultados, aliados ao bom trabalho nas camadas jovens do F. C. Porto, levaram-no ao posto de treinador da selecção nacional de juniores. Com Pedroto ao "leme", Portugal conquista o seu primeiro título Europeu!Pedroto abandona o futebol jovem do F. C. Porto para ir treinar a Académica. Forjou grandes talentos nessa época, sendo reconhecido por todos a qualidade do futebol apresentado pela equipa de Coimbra. Depois treinou o Leixões, onde foi vitíma da única chicotada psicológica da sua carreira, traído pela falta de condições oferecidas pelo clube. Treinou depois o Varzim, que estava no seu 2º ano na primeira divisão... o Varzim foi a sensação desse campeonato.


Em 1966 realizou um sonho: tornar-se treinador principal do F. C. Porto, fica até 1969 e vence uma Taça de Portugal. Depois ruma até Setúbal, altura em que o Vitória obtém alguns dos melhores resultados da sua história, sendo uma vez vice-campeão, uma vez finalista da Taça, e obtendo excelentes prestações nas competições europeias.Em 1974, mudou-se para o Boavista. Em dois anos obtém o 2º lugar no campeonato e vence 2 Taças de Portugal.Volta às Antas em 1976 para vencer dois Campeonatos (1977-78 e 1978-79) e uma Taça de Portugal.


Falha o «tri» e sai na confusão do "verão quente". Passa a treinar o Vitória de Guimarães, onde esteve 2 épocas, obtendo um 4º e um 5º lugar. Com ele esteve Artur Jorge.


Pedroto regressa ao F. C. Porto já com Pinto da Costa como presidente. Nesse período ainda venceu uma Taça de Portugal e foi finalista da Taça das Taças. Pedroto e Pinto da Costa criaram as bases para a série de grandes êxitos que se seguíram e que culminaram com a vitória na Taça dos Campeões Europeus. Ao "leme" estava o seu discípulo Artur Jorge, um dos dois treinadores portugueses campeões europeus de clubes, a par de José Mourinho, em 2003/04, também ao serviço do F. C. Porto.


Palmarés como jogador: - 2 Campeonatos Nacionais - 1 Taça de Portugal - 17 internacionalizações.


Palmarés como treinador: - 2 Campeonatos Nacionais - 5 Taças de Portugal - 4 vezes finalista da Taça de Portugal. - Seleccionador nacional (17 jogos, 03/04/74-30/03/77).


Algumas frases de José Maria Pedroto:


- As gentes do Porto são ordeiras porque, se não fossem, há muitos anos teriam recorrido à violência perante os enganos dos árbitros que têm decidido da perda de muitos campeonatos e Taças de Portugal."


- No F. C. PORTO, os problemas não se levantam porque nunca chegam a existir."


- O F. C. PORTO cada vez mais aparece como potência do nosso futebol, capaz de conseguir a hegemonia e é claro que isto preocupa o Benfica e o Sporting."


- É tempo de acabar com a centralização de todos os poderes da capital."


- No F. C. Porto não há contestatários maricas, nem os problemas se levantam, porque nunca chegam a existir".


- Jorge Nuno Pinto da Costa, para além de ser um cidadão respeitável, afirmou-se como um competentíssimo dirigente. A ele se deve, em grande parte, a projecção que o F. C. Porto atingiu, a nível nacional e europeu. O tempo há-de fazer-lhe justiça."


- Não tenho dúvidas de qualquer espécie de que ao Artur Jorge não faltará onde trabalhar e que, em qualquer parte, triunfará. Mas também acredito que vai ser no F. C. Porto que ele acabará por ser revelar como um homem predestinado para a direcção e comando de equipas de futebol".


- Não vai ser preciso nenhum milagre para que o F.C. Porto alcance finalmente o título que ambiciona a anos.”


E assim contámos um pouco da vida deste grande mestre do futebol português, que vai ficar para sempre na memória e no coração de todos os portistas. Obrigado "Zé do Boné".



O PORTO SOMOS NÓS!


Curiosidades.

Sobre a grandiosidade internacional:



O FC Porto é o único clube português que faz parte do Grupo G-14, o grupo dos clubes mais poderosos da Europa.



Segundo o "Worldwide Historical Clubs Ranking", o Futebol Clube do Porto é considerado o maior clube português, o 10º maior da Europa e o 20º maior do Mundo.



O FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI. Entre campeonatos, taças, supertaças e troféus internacionais, os portistas solidificaram uma hegemonia que não encontra rival à altura nos 25 países mais cotados da UEFA.



O FC Porto soma 14 títulos só no século XXI, Bayern de Munique e Liverpool com 10 cada um são os mais próximos. O FC Porto é o clube português com mais títulos internacionais, o 3º da Península Ibérica, o 9º da Europa e o 15º do Mundo (ver Ranking Mundial de Títulos).



O FC Porto é o clube português com mais participações na Liga dos Campeões com o formato actual falhando apenas na época 1994-95, e na época 2002-03, quando venceu a Taça UEFA.



O FC Porto tem um dos melhores registos mundiais de invencibilidade nas competições internacionais, em casa, 29 jogos (1974/75 até 1987/88).



O FC Porto tem, segundo a última revisão realizada em 2005, cerca de 100 000 sócios pagantes. Sendo assim, é o 6º clube do Mundo com mais sócios pagantes (note-se aqui que os mouros levam a melhor com os seus 6 milhões e muitas centenas de milhares de kits vendidos).

Pinto da Costa é o Presidente com mais títulos a nível Mundial.


Sobre a grandiosidade do FC Porto em Portugal:



O FC Porto é o clube português com maior número de títulos no Futebol, contando actualmente 58 títulos oficiais (2 Taças Intercontinentais / Mundiais de Clubes; 2 Taças / Liga dos Campeões Europeus; 1 Taça UEFA; 1 Supertaça Europeia; 22 Campeonatos Nacionais de Séniores; 17 Taças de Portugal; 15 Supertaças de Portugal) contra 55 do Benfica e 41 do Sporting.



O FC Porto é o clube português com mais títulos internacionais (7), tem mesmo mais que todos os outros clubes portugueses juntos.



O FC Porto é o único clube pentacampeão nacional.



O FC Porto é o clube com mais Supertaças Nacionais conquistadas.



O FC Porto disputou 22 das 28 finais da Supertaça Nacional.



O FC Porto conseguiu, até hoje, fazer a "Dobradinha" por 5 ocasiões (1955/56; 1987/88; 1997/98; 2002/03; 2005/06), ou seja, ser Campeão Nacional e Vencedor da Taça de Portugal, na mesma época.



O FC Porto é o único clube português que conseguiu vencer na mesma temporada o campeonato e a competição Europeia onde esteve envolvido. Ainda por cima, fê-lo em dois anos consecutivos (2003 e 2004).



O FC Porto é o clube português com mais botas de ouro conquistadas (3).



O FC Porto contém nos seus quadros futebolísticos, uma das maiores referências da história do futebol português e particularmente do FC Porto, Vítor Baía. Actualmente, Baía é o jogador com mais títulos da história do futebol mundial, com 32. Atrás aparecem Pelé e Rijkaard com 25 cada um.



Tendo em conta um estudo da "FutureBand", uma empresa especializada em consultoria de marcas, o FC Porto é a marca mais valiosa do futebol português.



O estudo apresenta as 30 marcas da Europa mais cotadas e Portugal conta apenas com um representante, o FC Porto.



O estudo teve em conta factores, como: o valor das marcas, a lealdade dos adeptos, a capacidade de conseguir aumentar a venda de bilhetes para os jogos e o valor financeiro do clube.



Neste ranking de marcas europeias, o FC Porto ocupa a 1ª posição em Portugal e a 27ª na Europa.



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