quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Oitavos garantidos!


Dinamo Kiev-0 - FCPORTO-0


Liga dos Campeões, Grupo A, 4.ª jornada
6 de Novembro de 2012
Estádio Olímpico, em Kiev
Assistência: 34.386 espectadores



FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Abdoulaye e Mangala; Defour, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Varela.
Substituições: Varela por Atsu (76m), Defour por Castro (79m) e James por Kleber (90m+1).
Não utilizados: Fabiano, Miguel Lopes, Rolando e Iturbe.
Treinador: Vítor Pereira.


O F.C. Porto garantiu o ponto necessário para selar a qualificação para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. As ausências por lesão não afetaram o rendimento da equipa, que respondeu aos poucos períodos de verdadeiro sufoco com um futebol seguro e suficiente para justificar o carimbo no passaporte (0-0).

Vítor Pereira reforçou a sua confiança em Abdoulaye e lançou o jovem senegalês. A resposta frente ao Marítimo, quando Maicon teve de ser substituído, deixou o técnico satisfeito. Para além disso, Rolando continua a ser um braço-de-ferro interno e Mangala está a ganhar rotinas interessantes como lateral esquerdo. Foi a opção mais natural.

Abdoulaye aceitou o desafio e deixou boa impressão. Exagerou na primeira entrada sobre um adversário (joelho nas costas num lance aéreo) mas esteve em grande plano no restante período, sem evidenciar qualquer nervosismo. A autoconfiança é uma das armas deste senegalês, que pode continuar a beneficiar da ausência de Maicon.

Steven Defour foi o substituto natural de Fernando, enquanto Helton e Lucho González recuperaram totalmente. O setor intermediário do F.C. Porto teve de dar uma resposta imediata à pressão inicial do Dínamo de Kiev, sufocante até.

Durante longos minutos, a formação ucraniana encostou o campeão nacional à sua área, obrigando os homens de Vítor Pereira a sofrer e esperar pelo momento para reagir. Aos poucos, os dragões quebraram o excesso de confiança do adversário e começaram a subir as suas linhas.

Sabendo que o empate bastava, o F.C. Porto poderia sentir-se tentado a baixar o ritmo e dar liberdade ao D. Kiev para construir jogo. Contudo, a entrada forte dos ucranianos serviu de aviso para a equipa portuguesa, levando esta a assentar o seu jogo longe da baliza de Helton.

Já depois da meia-hora de jogo, Jackson Martínez esteve bem perto do golo e ficou ainda a reclamar uma grande penalidade. Com razão. James Rodriguez cruzou na esquerda, o ponta-de-lança foi agarrado claramente por Khacheridi mas ainda cabeceou. Koval sacudiu com esforço.

O F.C. Porto voltou a entrar melhor na etapa complementar. Tudo parecia correr de feição para a equipa de Vítor Pereira, que criou mais uma excelente oportunidade ao minuto 51. Mais um passe de James, desta vez no centro do terreno, e Varela com caminho aberto na área. O português rematou com o pé esquerdo, cruzado, ligeiramente ao lado.

Miguel Veloso tentava responder em lances de bola parada mas o argumento do D. Kiev parecia curto face à exibição personalizada dos dragões. 

A equipa técnica dos ucranianos decidiu alterar a estratégia com uma hora de jogo. As entradas dos africanos Lukman Haruna e Ideye Brown redundaram num acréscimo de mobilidade e entusiasmo em comparação com Artem Milevskiy e Marco Ruben.

Num ápice, o cenário mudou. Ao minuto 68, Yarmolenko aproveitou a má colocação de Danilo para se isolar. Contudo, optou pelo remate, fraco, para defesa de Helton. O guarda-redes brasileiro passou a ter mais trabalho desde esse momento, respondendo a grande altura, mesmo nas saídas da baliza.

A colocação de Mangala, servindo quase como terceiro central no apoio a Otamendi (segurança a liderar o setor) e Abdoulaye, foi importante e transmitiu segurança à equipa. Danilo agradeceu a liberdade para subir no terreno.

Já depois de ter lançado Atsu, Vítor Pereira viu Defour pedir a substituição, respondendo com a entrada de Castro. Um F.C. Porto ainda mais jovem para segurar o resultado nos minutos finais. Com sucesso. Até a entrada de um adepto ucraniano em campo, em tempo de descontos, deu jeito. Quebrou o derradeiro ataque do D. Kiev.


Resumo do jogo




O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Maicon e Fernando não vão a Kiev!


Lista de convocados: Helton e Fabiano (guarda-redes), Danilo, Lucho, Quiño, Castro, Iturbe, João Moutinho, Jackson, James, Kleber, Miguel Lopes, Rolando, Varela, Mangala, Abdoulaye, Atsu, Otamendi e Defour.


O PORTO SOMOS NÓS!
 Since 2007

Liga dos Campeões - 4ª jornada


Dínamo Kiev - FCPORTO
(Liga dos Campeões - 4ª jornada - Grupo A)


Data: 6 de Novembro de 2012 Hora: 19h45 Local: NSK Olimpiyskyi TV: TVI



O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

sábado, 3 de novembro de 2012

Bailinho no Dragão!



FCPORTO-5 - SC Marítimo-0
Liga portuguesa, oitava jornada
2 de Novembro de 2012
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 27.609 espectadores


FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Mangala; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Varela.
Substituições: Fernando por Defour (28m), Maicon por Abdoulaye (32m) e Helton por Fabiano (74m).
Não utilizados: Castro, Kleber, Miguel Lopes e Atsu.
Treinador: Vítor Pereira.



Um Porto de primeira, desempenho requintado na noite do Dragão que ficou manchada pelos problemas físicos de vários elementos. Antes, durante e depois, demasiado F.C. Porto para um Marítimo encolhido, permissivo, a milhas do nível da época passada. Goleada à moda antiga com acento colombiano: dois de Jackson, dois de James.

Liderança isolada, 22 golos marcados em 8 jogos. A história do encontro escreveu-se desde cedo. No regresso aos balneários, findo o primeiro período, já se adivinhava o vencedor.

Intervalo. Muitas palmas. Tantas, pouco habitual. O silêncio, a pressa em ir à casa de banho, comprar algo para comer, nada disso se fez sentir, desta vez. O adepto do F.C. Porto esperou e aplaudiu com orgulho. Vencia-se, sim, mas vencia-se com plenitude e arte.

Como o bom espectador de uma obra de teatro, satisfeito e até impressionado com o desempenho dos interveniente, o adepto presente no Estádio do Dragão sentiu-se na obrigação de corresponder, de agradecer uma excelente primeira parte. 

Não é a primeira vez que o F.C. Porto chega ao intervalo a vencer, longe disso. Mas nunca o fizera com golos de tamanho efeito e um punhado de jogadas ao primeiro toque, atraentes à vista, tão simples quão eficazes.

Varela sim, mas aquele primeiro golo...



Os resumos televisivos incidirão sobre o pontapé violento de Silvestre Varela, por certo. Faltará tempo para reproduzir toda a jogada que culminou no primeiro golo. Esse sim, uma obra de arte coletiva, deliciosa para quem viu Moutinho pegar na bola ainda no meio-campo defensivo.

Depois, foi magia. Tudo de primeira. Moutinho, Fernando Moutinho. Depois James, Lucho, James. O colombiano fez o passe inesperado para Jackson, a defesa do Marítimo ficou a pensar em outra coisa qualquer e Cha Cha Cha Martínez fez o resto.

Sétimo jogo consecutivo a marcar para o ponta-de-lança, que viria a bisar na etapa complementar. Dessa vez, após assistência de João Moutinho, chegando aos onze golos em doze jogos oficiais com a camisola do F.C. Porto. Impressionante.

Pelo meio, o tal pontapé de raiva de Varela. Raiva não, que o português atravessa um belo momento e balançou as redes em três jogos consecutivos. D. Kiev, Estoril, agora frente ao Marítimo. E que golo. O extremo partiu da esquerda, passou por dois e disparou. Ninguém adivinhava o final daquela história. Nem Ricardo, o guarda-redes que se estreava na Liga. A bola só parou junto ao ângulo da baliza do Marítimo. 

Lesões atrás de lesões

Abre-se um capítulo para más notícias na noite agridoce do Dragão. Fernando, Maicon e Helton saíram lesionados durante o encontro, em vésperas da deslocação à Ucrânia para defrontar o D. Kiev, na Liga dos Campeões. Lucho resistiu em campo mas também apresenta problemas físicos. Tanto problema junto!

O treinador do F.C. Porto mostrou-se apreensivo com a situação, passando o resto do jogo dando indicações, sentindo que a equipa estava na plenitude do seu potencial, praticando um futebol atrativo, clarividente, incisivo. Ao seu gosto.

Entre tudo isto, saliente-se, houve pouco Marítimo. Pouquíssimo até. Pedro Martins não desaprendeu, os seus homens também não, mas foi uma jornada de tremendo desacerto para os insulares. Sem explicação aparente. Tombaram com o primeiro golo e por lá continuaram, no chão, sem reação visível.

Moutinho e James, nova sociedade

Alheio à situação, o F.C. Porto arrancou para uma segunda metade de idêntico nível, chegando a uma goleada à moda antiga com naturalidade. Primeiro Jackson, melhor marcador da Liga.

Depois James Rodriguez, na segunda assistência de João Moutinho no jogo. Mais tarde, de novo James, ele que tinha aberto caminho para o primeiro golo. Bis para o colombiano (contando com o desvio de João Guilherme), festa completa no Dragão.


Resumo do jogo




Melhor jogador em campo





O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Lista de convocados.


Lista de 18 convocados: Helton e Fabiano (guarda-redes); Danilo, Lucho, Maicon, Castro, João Moutinho, Jackson, James, Kleber, Miguel Lopes, Varela, Mangala, Abdoulaye, Fernando, Atsu, Otamendi e Defour.



O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Liga Portuguesa - 8ª jornada.


FCPORTO - SC Marítimo
(Liga Portuguesa - 8ª jornada)


Data: 02 de Novembro de 2012 Hora: 20h15 Local: Estádio do Dragão TV: SportTV1


O PORTO SOMOS NÓS!
 Since 2007

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Mil maravilhas!


Estoril-1 - FCPORTO-2
Marcadores: Varela (57m) e Jackson Martínez (61m)




Liga, sétima jornada
28 de Outubro de 2012
Estádio António Coimbra da Mota, no Estoril
Assistência: 4.934 espectadores


FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Mangala; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); Varela, Jackson Martínez e James.
Substituições: Varela por Atsu (72m), James por Rolando (86m) e Lucho por Defour (90m+2).
Não utilizados: Fabiano, Castro, Iturbe e Kelvin.
Treinador: Vítor Pereira.



A tradição dizia que o Estoril, em casa, complicava a vida ao FC Porto. Já não era assim desde os anos 90, mas a história voltou para assombrar o dragão, esta noite, na Amoreira. Por uma hora, mais coisa menos coisa, o Estoril recordou velhos tempos. O FC Porto deu meio jogo de avanço, mas acordou a tempo de o virar para o seu lado. Ganhou por 2-1 e mantém-se na frente. 

Há explicações práticas para o susto que o Estoril pregou ao FC Porto. Esta é uma equipa sólida, bem estruturada. Já o tinha demonstrado no início do campeonato, até à grande exibição que terminou em empate em Alvalade. Parecia ter perdido gás nas últimas semanas, mas há muito bom trabalho feito.

Depois, há o que faltou ao FC Porto na primeira parte. Intensidade, essencialmente. Depois da boa exibição na Liga dos Campeões frente ao D. Kiev, na Amoreira entrou outra vez um FC Porto lento, pouco pressionante. A confirmar como tendência as dificuldades fora de casa: só tinha ganho até agora um em três jogos (3-2, em Olhão, empates em Barcelos e em Vila do Conde).

Marco Silva optou por entrar em campo sem ponta de lança de raiz, com Licá ao centro. E foi um Estoril em bloco solidário que se apresentou na Amoreira. Muito concentrado na defesa, com Gonçalo Santos e Diogo Amado a formar uma dupla sólida no meio-campo, rápido a subir, móvel na frente.

O FC Porto voltou a ter Mangala adaptado ao lado esquerdo da defesa, mas também já o teve com o D. Kiev e não foi por isso que correu mal. Era mesmo uma questão de falta de pressão. E de falta de inspiração das suas figuras. James, antes de todos.

Aos 10 minutos, o golo do Estoril. Um canto batido por Evandro, Licá cabeceia e Steven Vitória, o central goleador, encosta, no meio da passividade da defesa do FC Porto. Explosão de alegria na Amoreira, de bancadas cheias, um balde de água fria para os adeptos do FC Porto, alguns dos quais já tinham visto a equipa B perder na Tapadinha, à tarde.

O FC Porto tentou reagir, podia ter marcado, teve ocasiões para isso. Jackson esteve perto aos 17m, Otamendi mais ainda aos 24m, quando fez a bola bater no poste, quando estava mesmo em cima da baliza. Mas o Estoril aguentava-se.

Na segunda parte, depois dos 15 minutos de balneário, o dragão mudou. Arregaçou as mangas, colocou mais pressão no jogo, demorou mas acabou por abrir brechas. E deu a volta em três minutos. Primeiro Varela, aos 58m, depois de um grande passe de Jackson, a seguir o próprio colombiano, na sequência de um livre batido por James. 

O Estoril abanava. Marco Silva, do banco, tentava reagir. Fez sair Evandro, o pivot que não o foi, e entrar Carlos Eduardo, depois saiu Gerso e entrou Luís Leal.

O FC Porto embalava. Aos 65m, Jackson perde uma oportunidade flagrante, depois de mais uma perda de bola do meio-campo do Estoril que tinha estado tão sólido na primeira parte. De baliza aberta, o colombiano chuta por cima.

Depois da avalanche que deu a volta ao jogo, o FC Porto abrandou, o jogo também. Mas o Estoril não desistia. O treinador ainda fez entrar João Paulo, mais um para a frente, e os canarinhos ganharam ânimo perto do fim. 

E Vítor Pereira fez entrar Rolando, aos 86m. O central que saiu do mapa e agora vai entrando juntou-se a Maicon e Otamendi, o movimento do FC Porto era para segurar a vantagem. E já nos descontos fez mais uma substituição, Defour por Lucho. 

Reconhecimento ao Estoril, que merece a boa imagem com que sai da Amoreira. E a confirmação de um FC Porto que fez quanto baste.


Resumo do jogo



O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

sábado, 27 de outubro de 2012

Convocados para Estoril.

Lista de convocados: Helton, Danilo, Lucho, Maicon, Castro, Iturbe, João Moutinho, Jackson, James, Rolando, Varela, Mangala, Fabiano, Fernando, Atsu, Kelvin, Otamendi e Defour.




O PORTO SOMOS NÓS!
 Since 2007

Liga Portuguesa - 7ª jornada.


Estoril - FCPORTO
(Liga Portuguesa - 7ª jornada)


Data: 28 de Outubro de 2012 Hora: 20h15 Local: Estádio António Coimbra da Mota TV: SportTV1



O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Oitavos à vista!


FCPORTO-3 - Dinamo Kiev-2
Marcadores: Varela (15m), Jackson Martínez (36m e 78m).


Liga dos Campeões, Grupo A, 3.ª jornada
24 de Outubro de 2012
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 29.317 espectadores


FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Mangala; Fernando, João Moutinho e Lucho; Varela, Jackson Martínez e James.
Substituições: Varela por Atsu (64m), João Moutinho por Defour (75m) e James por Miguel Lopes (90m+2).
Não utilizados: Fabiano, Castro, Kleber e Abdoulaye.
Treinador: Vítor Pereira.




O FC Porto continua 100 por cento vitorioso na fase de grupos da Liga dos Campeões, tendo conquistado a terceira vitória frente ao Dynamo Kyiv por 3x2.

Não foi um triunfo fácil para os comandados de Vítor Pereira que estiveram três vezes na frente do marcador mas que por duas ocasiões se deixaram empatar. Silvestre Varela e Jackson Martínez, que se estreou a marcar na prova com um bis, foram os marcadores de serviço dos dragões, com Oleg Gusev e Ideye Brown a ainda fazerem sonhar a formação de Miguel Veloso, que foi um dos melhores em campo do lado ucraniano.

Apesar das dificuldades, os três pontos, à imagem do que já tinha acontecido com o Dinamo Zagreb e o PSG, foram conquistados pelo FC Porto que está bastante perto dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. No caso de empate na Ucrânia, na próxima jornada, o passaporte para a fase a eliminar pode ser carimbado.

Entrar forte, marcar e ver primeiro golo de Jackson na Champions

Tal como já tinha acontecido no primeiro jogo no Estádio do Dragão para a Liga dos Campeões frente ao PSG, o FC Porto teve uma entrada forte dentro das quatro linhas e desde logo assumiu o comando.
A jogar de forma tranquila e com a maioria do tempo com a bola na sua posse, todo este cenário positivo foi melhorado aos 15 minutos, com um forte remate de Silvestre Varela que só parou no fundo da baliza defendida por Oleksandr Shovkovskiy, que nada pôde fazer para impedir os festejos da equipa portuguesa.

Com o que se tinha visto até então, podia-se esperar uma noite relativamente tranquila dos bicampeões nacionais frente à formação de Miguel Veloso. Mas nada disso aconteceu porque o Dynamo Kyiv não se deixou abater e subiu no terreno à procura do golo do empate.

Miguel Veloso deixou o aviso aos 20 minutos, obrigando Helton a uma defesa apertada para canto, mas nem só de avisos é feita esta equipa ucraniana, pois na sequência do canto, apontado pelo internacional português, Gusev aproveitou uma falha de marcação de Mangala e cabeceou de forma certeira à baliza do FC Porto.

Os azuis e brancos acusaram o golo sofrido, o primeiro nesta edição da Liga dos Campeões. A equipa de Vítor Pereira tornou-se mais lenta e previsível e com isso facilitou a tarefa do Dynamo Kyiv a defender.

Mas tudo esta fase parcial de uma exibição pálida do FC Porto mudou aos 36 minutos. James Rodríguez, na zona interior, fez uma excelente assistência para Jackson Martínez e este soube aguentar a pressão do defesa que o cobria, terminando o lance com um remate certeiro que colocou os dragões novamente na frente do marcador, apontando o seu primeiro golo na Liga dos Campeões.

Adormecer ao mais alto nível quase causava dissabores. O que não vale ter Jackson!

A vencer por 2x1, o FC Porto não entrou bem na segunda parte. Mas pior do que não entrar bem, os azuis e brancos prolongaram esse mau reinício para toda a etapa complementar.


Dava a ideia de que os jogadores do FC Porto pensavam que o jogo estava controlado e com isso baixaram demasiado as linhas. O Dynamo Kyiv agradeceu e aos 71 minutos restabeleceu o empate com um grande golo de Ideye Brown após um passe falhado perto do meio-campo por parte dos dragões.

Era um castigo merecido para a equipa de Vítor Pereira. O FC Porto parecia adormecido e com isso arriscava-se a perder os primeiros pontos na Liga dos Campeões e logo em casa. Na tentativa de voltar a conquistar a vantagem pela terceira vez na partida, o técnico portista tirou João Moutinho e fez entrar Defour, já depois de ter saído Varela para a entrada de Christian Atsu.

Aos 78 minutos, nenhum dos dois jogadores teve influência direta no lance que resultou no terceiro golo mas ficou provado que com um bocado de velocidade o Dynamo Kyiv caía aos pés dos dragões. Podia ter acontecido mais cedo mas foi a 12 minutos do fim que, após assistência de Lucho González, Jackson Martínez bisou e manteve o FC Porto invicto na fase de grupos da Liga dos Campeões e com o apuramento para os oitavos-de-final tão perto de ser conseguido.



Melhor Jogador em Campo



Resumo do jogo





O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Regressam os habituais titulares.


Convocados:

Guarda-redes: Helton, Fabiano;



Defesas: Maicon, Otamendi, Danilo, Miguel Lopes, Mangala, Abdoulaye;


Médios: Lucho González, Moutinho, Defour, Castro e Fernando;


Avançados: James Rodriguez, Kléber, Varela, Kelvin, Iturbe, Jackson e Atsu.



O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

"É uma Champions e por isso a vontade dispara"


Helton um dos Capitães da nossa equipa abordou o jogo de amanhã, de forma humilde, prometendo muita luta e entrega da parte de toda a equipa.

Qual é o estado de espírito da equipa, tendo em conta até a desilusão que foi a participação do FC Porto no ano passado?
A ideia é sempre colocada da mesma forma: queremos fazer o melhor, independentemente da competição e do grau de responsabilidade que haja. Quando se trata de uma Liga dos Campeões não há razões para mencionar vontade ou ambição. É uma Champions e por isso a vontade dispara. Concordo quando se fala acerca da desilusão. Trabalhamos muito durante a semana, mas enfrentamos também 11 guerreiros do outro lado, que trabalham igualmente durante a semana e fazem o melhor. Infelizmente, no futebol, não vamos ganhar sempre. Amanhã vamos ter vontade, determinação e humildade, que é algo que peço sempre aos companheiros.

Acredita, apesar ainda estarmos na fase de grupos, que o FC Porto pode ganhar em breve a Liga dos Campeões?
Temos essa ideia desde o início. Sabemos qual é o grau dificuldade desta competição e temos de ter personalidade. Os dois jogos que já fizemos nesta época foram complicados, mesmo que não tenham sido muito valorizados. Houve momentos em que tivemos de nos unir dentro do campo e usar a liberdade que o treinador nos dá para mudar algumas estratégias. Agora, o sonho é sempre o mesmo: vencer todas as competições. Sabemos que é difícil, que há outras equipas consideradas as mais fortes e como folhas salariais enormes. Nós trabalhamos com o mesmo objectivo, o de sermos campeões.

Ainda não sofreu golos nesta edição da Champions e vai fazer o seu 40.º jogo na competição.
Isso não acontece só graças ao Helton. Há mais dez companheiros que façam com que o FC Porto não sofra golos, todos com seriedade e humildade. Em relação aos 40 jogos, procuro fazer o melhor e todos queremos estar no leque dos relembrados quando terminarmos a carreira. Sinto-me grato e orgulhoso por isso.

O FC Porto parte como favorito para o jogo com o Dínamo?
Essa ideia não é colocada nem nos treinos nem no balneário. A ideia é humildade. A nossa ética não permite isso. Eles precisam da vitória da mesma forma que nós. Vamos “dar o litro” e colocar em campo o nosso melhor durante os 90 minutos.

Fonte: FCPORTO


O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

"Os nossos dois últimos jogos na Champions foram de grande nível, nomeadamente o último, frente ao Paris Saint-Germain"


Vítor Pereira fez ao inicio da tarde a antevisão do jogo de amanhã, que vai opor o Fcporto - Dinamo de Kiev, jogo esse da 3ª jornada do Grupo A da UEFA Champions League.

 Espera recuperar uma certa imagem do FC Porto, depois de ter ficado tão agastado com o jogo da Taça, no sábado?
Estou aqui para falar na Liga dos Campeões, numa próxima oportunidade falarei da Taça. Do meu ponto de vista não há transferência entre as duas competições. Os nossos dois últimos jogos na Champions foram de grande nível, nomeadamente o último, frente ao Paris Saint-Germain, e é um jogo desses que esperamos amanhã.

O que espera do Dínamo de Kiev?
Tive a oportunidade de os observar ao vivo. É uma equipa com belíssimos jogadores, rápidos e técnicos. Gostam de ter a bola, tal como nós, mas tornam-se especialmente perigosos no momento de perda de bola do adversário. Procuram muitas vezes a profundidade na transição ofensiva e temos de controlar esse momento com um bom jogo posicional. É uma equipa que tem a qualificação para a segunda fase em aberto, dado que tem três pontos. É um adversário perigoso que nos vai exigir um jogo ao nível do que fizemos com o Paris Saint-Germain, em que fomos fiéis à nossa identidade, corajosos e ambiciosos. Espero uma resposta idêntica e, fundamentalmente, que possamos garantir os três pontos, que nos colocariam numa posição muito boa para passarmos à próxima fase da Champions.

Estando tão perto da qualificação, receia que os jogadores relaxem?
No último jogo na Champions não vi ninguém relaxado, mas sim uma exibição de grande nível e qualidade. O que é importante a este nível é que, para se ganhar, tem de se ter maturidade táctica e emocional. A nossa equipa tem essas características. Não tenho dúvidas de que todos nós temos consciência de que vamos precisar de estar ao nosso melhor nível para vencer.

Como pensa substituir o Alex Sandro?
Ele não está disponível, mas continuo a acreditar que valemos fundamentalmente como equipa. Acredito nas soluções que a própria equipa encontra para resolver os problemas. Lamento que o Alex Sandro fique de fora por lesão, mas acredito no jogador que amanhã entrar em campo.

O FC Porto pode ficar muito perto do apuramento e também deixar o Dínamo fora dessa corrida...
Acredito que os dois próximos jogos vão definir melhor o posicionamento do grupo, mas não este em particular. Não acredito que uma vitória nossa na quarta-feira retire o Dínamo de Kiev da luta pelo apuramento.

O facto de poder conquistar cedo o apuramento pode provocar algum relaxamento na equipa, ao contrário do que pretende?
Queremos conquistar o mais depressa possível os pontos necessários para chegar à próxima fase. Aqui não pode haver relaxamento, temos de estar ao nosso melhor nível. Esperamos a ajuda da massa associativa para conquistar os três pontos.

O Dínamo de Kiev perdeu os últimos dois jogos. Quais são os seus pontos fracos?
Todas as equipas, incluindo a nossa, têm pontos mais fortes. Já observei os momentos e as dinâmicas do Dínamo que temos de controlar. Também temos os nossos momentos e dinâmicas para contrariar os momentos do Dínamo. Não posso estar aqui a mencionar quais os possíveis erros do adversário que poderemos explorar.
Fonte: FCPORTO


O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Liga dos Campeões - 3ª jornada.


FCPORTO - Dinamo Kiev
(Liga dos Campeões - 3ª jornada - Grupo A)

 Data: 24 de Outubro de 2012 Hora: 19h45 Local: Estádio do Dragão TV: SportTV1



O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Rolando regressa aos convocados.

O onze que eu colocava em campo:


Lista de 18 convocados: Fabiano e Kadú (guarda-redes); Danilo, Lucho, Quiño, Castro, Iturbe, James, Kleber, Miguel Lopes, Rolando, Varela, Mangala, Abdoulaye, Fernando, Atsu, Kelvin e Sebá.


O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Taça de Portugal - 3ª eliminatória.


Santa Eulália - FCPORTO
(Taça de Portugal - 3ª eliminatória)


Data: 20 de Outubro de 2012 Hora: 14h30 Local: Estádio do VIzela TV: Sporttv1


O PORTO SOMOS NÓS!
 Since 2007

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

QUATRO ANOS DE INVENCIBILIDADE.


O dia 25 de Outubro de 2008 foi infeliz para os portistas, já que a equipa era então derrotada no Dragão pelo Leixões, por 3-2. No entanto, a data pode agora ser recordada com um sorriso (o FC Porto até foi campeão nacional), porque desde então os azuis e brancos não sabem o que é perder em casa para a Liga. Com a vitória frente ao Sporting, estão assegurados quatro anos de invencibilidade.

A fortaleza do Dragão expressa-se através dos seguintes números: 60 jogos sem perder, com 49 vitórias e 11 empates. Quanto a golos, foram 150 marcados e apenas 35 sofridos. Já agora, registe-se que o FC Porto marcou nas últimas 53 partidas da Liga no seu terreno, somando desde então 142 golos. Curiosamente, o último adversário a conseguir manter a baliza inexpugnável foi o Sporting, a 28 de Fevereiro de 2009 (0-0). Jesualdo Ferreira e Paulo Bento eram então os respectivos treinadores.

Estes números são bem demonstrativos do domínio dos Dragões no futebol português, mas acrescentemos mais dados. Desde logo, entre 2008 e 2012, o FC Porto sagrou-se campeão nacional por três vezes. Alargando a análise às derrotas fora de portas, no mesmo período, verifica-se que elas se contam por pouco mais do que os dedos de uma mão: apenas seis, sendo que a temporada 2010/11 foi cumprida de forma invicta. Em termos de clássicos, os portistas não perderam nenhum dos últimos 10 (sete triunfos e três empates).

As derrotas em casa contabilizando todas as competições foram igualmente seis, quatro das quais em competições internacionais e três delas frente a adversários ingleses: Manchester City (1-2, para a Liga Europa, em Fevereiro de 2012), Sevilha (0-1, para a Liga Europa, em Fevereiro de 2011, resultado que permitiu ao FC Porto avançar na competição), Benfica (0-2, para a Taça de Portugal, em Fevereiro de 2011, sendo que os portistas deram a volta à eliminatória na Luz), Nacional (1-2, para a Taça da Liga, em Janeiro de 2011), Chelsea (0-1, para a Liga dos Campeões, em Novembro de 2009) e Manchester United (0-1, para a Liga dos Campeões, em Abril de 2009).

Confrontado na conferência de imprensa após o jogo com o Sporting com a longa invencibilidade caseira na Liga, o treinador Vítor Pereira brincou com o facto de os adeptos estarem “mal habituados”. “Sofrem uma vez por outra, mas fazem muito mais vezes a festa. Merecem isto, porque são exigentes, mas também nos apoiam a transmitem entusiasmo. Esta sequência tão grande vai inteirinha para eles, porque merecem tudo”, afirmou.

A maior série de jogos sem perder do FC Porto em partidas do campeonato disputadas em casa ainda está, porém, distante: entre 1981 e 1989, o FC Porto permaneceu 119 partidas sem conhecer o sabor da derrota.



O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

Jackson como Madjer!



FCPORTO-2 - Sporting CP-0
Marcadores: Jackson Martínez (10m) e James (84m, pen.)


Liga, 6.ª jornada
7 de Outubro de 2012
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 38.909 espectadores



FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, Lucho e João Moutinho; Varela, Jackson Martínez e James.
Substituições: Maicon por Mangala (17m), Varela por Atsu (66m) e Lucho por Defour (75m).
Não utilizados: Fabiano, Castro, Kleber e Kelvin.
Treinador: Vítor Pereira.



O assassino era o mordomo. O detetive Jackson Martínez e o assistente James Rodríguez descobriram três pontos para o F.C. Porto numa película previsível mas que não teve a balança tão desequilibrada como o arranque portista ameaçou fazer. Valeu a magia colombiana num Clássico que não deixará grandes marcas para o futuro. Aconteceu o que parecia evidente também pelo momento das duas equipas. Ganhou o F.C. Porto (2-0). 

Jackson, esse, foi um ator de luxo num filme banal. O golo que marcou e que decidiu a contenda vai correr mundo. Fenomenal. Público rendido ainda nem dez minutos marcava o cronómetro. Danilo no passe, bola na coxa, calcanhar e golo. Obra de arte, gritou-se. Mais uma desta bela descoberta portista no campeonato mexicano. O F.C. Porto tem ponta de lança este ano. Os cinco golos na Liga, melhor registo até agora, são a prova disso mesmo. 




Destaques


Jackson Martinez
Todo o charme do cha cha cha naquele instante mágico: a bola amparada na coxa e o golpe de calcanhar a deixar Rui Patrício em desespero. Definição brilhante de um colombiano descoberto nos confins das Chiapas e candidato a acabar com as saudades do mito-Radamel Falcao. Jogo de muito movimento, muita procura pela bola. Pormenores interessantes, uma outra arrancada a atestar a potência sua potência muscular e muitas dores de cabeça causadas a Bouhlarouz/Rojo. 

Nico Otamendi
Tremenda atuação! É fantástica a forma como consegue recuperar a posição e ganhar lances aparentemente condenados ao fracasso. Depois de ameaçar a baliza de Rui Patrício através de dois cabeceamentos perigosíssimos, fez-se notar pela determinação e arreganho colocados em cada um dos lances divididos junto à sua área. Aos 60 minutos levou com duas simulações de Izmailov e ainda esticou o pé para fazer o corte. E o que dizer do túnel a Viola, já perto do fim? Cheio de confiança. 

João Moutinho
Início sublime, ao nível do que demonstrara frente ao PSG. A exigir a bola, a definir na perfeição as linhas de passe e a surgir um par de vezes em boa posição para o remate. Talvez limitado pela acumulação do desgaste físico foi desaparecendo da partida. A equipa precisava de outro Moutinho, essencialmente na segunda parte. Reapareceu para colocar a bola na cabeça de Mangala. O francês fez estremecer a barra e na recarga deu-se a segunda grande penalidade do jogo. 

Alex Sandro



Lesionou-se já perto do fim e Vítor Pereira estará preocupado. É natural. Nos dias que correm, o internacional brasileiro é um dos dragões em melhor forma. Notável no apoio ao ataque, surpreendentemente sólido nos momentos defensivos. Dribla, chuta, cruza e corre, corre, corre. Alvaro Pereira marcou uma era, é verdade, mas Alex Sandro tem tudo para ser melhor.

Resumo do jogo





Melhor jogador em campo



O PORTO SOMOS NÓS!
Since 2007

Curiosidades.

Sobre a grandiosidade internacional:



O FC Porto é o único clube português que faz parte do Grupo G-14, o grupo dos clubes mais poderosos da Europa.



Segundo o "Worldwide Historical Clubs Ranking", o Futebol Clube do Porto é considerado o maior clube português, o 10º maior da Europa e o 20º maior do Mundo.



O FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI. Entre campeonatos, taças, supertaças e troféus internacionais, os portistas solidificaram uma hegemonia que não encontra rival à altura nos 25 países mais cotados da UEFA.



O FC Porto soma 14 títulos só no século XXI, Bayern de Munique e Liverpool com 10 cada um são os mais próximos. O FC Porto é o clube português com mais títulos internacionais, o 3º da Península Ibérica, o 9º da Europa e o 15º do Mundo (ver Ranking Mundial de Títulos).



O FC Porto é o clube português com mais participações na Liga dos Campeões com o formato actual falhando apenas na época 1994-95, e na época 2002-03, quando venceu a Taça UEFA.



O FC Porto tem um dos melhores registos mundiais de invencibilidade nas competições internacionais, em casa, 29 jogos (1974/75 até 1987/88).



O FC Porto tem, segundo a última revisão realizada em 2005, cerca de 100 000 sócios pagantes. Sendo assim, é o 6º clube do Mundo com mais sócios pagantes (note-se aqui que os mouros levam a melhor com os seus 6 milhões e muitas centenas de milhares de kits vendidos).

Pinto da Costa é o Presidente com mais títulos a nível Mundial.


Sobre a grandiosidade do FC Porto em Portugal:



O FC Porto é o clube português com maior número de títulos no Futebol, contando actualmente 58 títulos oficiais (2 Taças Intercontinentais / Mundiais de Clubes; 2 Taças / Liga dos Campeões Europeus; 1 Taça UEFA; 1 Supertaça Europeia; 22 Campeonatos Nacionais de Séniores; 17 Taças de Portugal; 15 Supertaças de Portugal) contra 55 do Benfica e 41 do Sporting.



O FC Porto é o clube português com mais títulos internacionais (7), tem mesmo mais que todos os outros clubes portugueses juntos.



O FC Porto é o único clube pentacampeão nacional.



O FC Porto é o clube com mais Supertaças Nacionais conquistadas.



O FC Porto disputou 22 das 28 finais da Supertaça Nacional.



O FC Porto conseguiu, até hoje, fazer a "Dobradinha" por 5 ocasiões (1955/56; 1987/88; 1997/98; 2002/03; 2005/06), ou seja, ser Campeão Nacional e Vencedor da Taça de Portugal, na mesma época.



O FC Porto é o único clube português que conseguiu vencer na mesma temporada o campeonato e a competição Europeia onde esteve envolvido. Ainda por cima, fê-lo em dois anos consecutivos (2003 e 2004).



O FC Porto é o clube português com mais botas de ouro conquistadas (3).



O FC Porto contém nos seus quadros futebolísticos, uma das maiores referências da história do futebol português e particularmente do FC Porto, Vítor Baía. Actualmente, Baía é o jogador com mais títulos da história do futebol mundial, com 32. Atrás aparecem Pelé e Rijkaard com 25 cada um.



Tendo em conta um estudo da "FutureBand", uma empresa especializada em consultoria de marcas, o FC Porto é a marca mais valiosa do futebol português.



O estudo apresenta as 30 marcas da Europa mais cotadas e Portugal conta apenas com um representante, o FC Porto.



O estudo teve em conta factores, como: o valor das marcas, a lealdade dos adeptos, a capacidade de conseguir aumentar a venda de bilhetes para os jogos e o valor financeiro do clube.



Neste ranking de marcas europeias, o FC Porto ocupa a 1ª posição em Portugal e a 27ª na Europa.



O PORTO SOMOS NÓS!

Since 2007


Momentos

Futebol Clube do Porto.

Arquivo do blogue