
Hall of fame
Américo Lopes
Senhor da baliza durante a década de 60, os adeptos que o viram jogar nunca se vão esquecer de Américo. Fazia parte dos «Magriços», a selecção portuguesa que brilhou no Mundial de 66, em Inglaterra, e foi campeão pelo F. C. Porto sob a batuta de Yustrich. Sólido como uma rocha, elástico quando as bolas eram mais apertadas e imperturbável enquanto líder da equipa, reinou numa época marcada por um quase deserto de títulos portistas. Ainda assim, as magníficas exibições que durante anos assinou na baliza do F. C. Porto preenchem o imaginário de muitos adeptos azuis e brancos, que não se esquecem de o ver «voar» entre os postes.
Era o terceiro guarda-redes, mas Manuel Pinho e o internacional Acúrsio ainda lhe permitiram realizar um jogo nessa temporada. Em 1963/64 o lugar entre os postes já era seu e assim se manteve durante os cinco anos seguintes. No F. C. Porto conquistou ainda uma Taça de Portugal, em 1968, tendo realizado uma exibição notável na final.
Para culminar a sua carreira, ainda nessa mesma temporada, venceu a primeira classificação de regularidade alguma vez instituída em Portugal, o Prémio Somelos.
No final da época de 1969, com 36 anos, despediu-se do futebol.
Para culminar a sua carreira, ainda nessa mesma temporada, venceu a primeira classificação de regularidade alguma vez instituída em Portugal, o Prémio Somelos.
No final da época de 1969, com 36 anos, despediu-se do futebol.
Selecção Nacional
Alcançou 15 internacionalizações. Américo Lopes foi um dos três portistas que integraram o grupo dos 22 célebres "Magriços" que realizaram a campanha do Campeonato do Mundo de 1966, em Inglaterra.
Não foi utilizado, um facto de que o seleccionador nacional se confessou arrependido alguns anos mais tarde. Rapidamente conquistou também um lugar na selecção, estreando-se na Suíça, em 1964, num jogo que Portugal venceu por 2-3. Após ter revelado uma regularidade notável, foi com alguma surpresa que não foi utilizado nos jogos de apuramento para o Mundial de 1966 nem na fase final dessa competição.
O futuro encarregou-se de revelar o seu devido valor, quando o seleccionador nacional, passado alguns anos, confessou que o seu único erro em Inglaterra foi não o ter colocado na equipa em vez de José Pereira quando retirou o sportinguista Carvalho.
Regressaria à selecção em 1967, fazendo então nove jogos consecutivos. Só cederia o posto para o jovem Damas, no final de 1968. Américo foi sem dúvida um dos melhores guarda-redes portugueses de sempre e isso é reconhecido com a frase escrita e referida por um autor de um livro dedicado às antigas glórias do F. C. Porto "Américo ia atrás da bola como um gato ia atrás de um rato".
Não foi utilizado, um facto de que o seleccionador nacional se confessou arrependido alguns anos mais tarde. Rapidamente conquistou também um lugar na selecção, estreando-se na Suíça, em 1964, num jogo que Portugal venceu por 2-3. Após ter revelado uma regularidade notável, foi com alguma surpresa que não foi utilizado nos jogos de apuramento para o Mundial de 1966 nem na fase final dessa competição.
O futuro encarregou-se de revelar o seu devido valor, quando o seleccionador nacional, passado alguns anos, confessou que o seu único erro em Inglaterra foi não o ter colocado na equipa em vez de José Pereira quando retirou o sportinguista Carvalho.
Regressaria à selecção em 1967, fazendo então nove jogos consecutivos. Só cederia o posto para o jovem Damas, no final de 1968. Américo foi sem dúvida um dos melhores guarda-redes portugueses de sempre e isso é reconhecido com a frase escrita e referida por um autor de um livro dedicado às antigas glórias do F. C. Porto "Américo ia atrás da bola como um gato ia atrás de um rato".
Palmarés:
1 Campeonato de Portugal
1 Taça de Portugal
1 Taça de Portugal
Obrigado Américo Lopes.
O PORTO SOMOS NÓS!

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