quinta-feira, 7 de julho de 2011

Hall of fame - Djalma.

Hall of fame

Djalma


Djalma Nascimento de Freitas nasceu no dia 27 de Novembro de 1941 no Bairro Caxangá na cidade do Recife, Brasil.
Aos 15 anos entrou para as camadas jovens do Caxangá E.C. onde passou desde logo a jogar a avançado centro. Com apenas 17 anos deu o salto para a equipa principal do Caxangá E.C. e começou a assédio dos principais clubes pelo jovem jogador e foi sem surpresa que se transferiu para o América F.C. para na temporada seguinte rumar ao S.C. Recife.
Ao serviço do Recife, Djalma conquistou no ano da sua estreia pelo clube a Copa do Norte e o Torneio de Inicio do Campeonato Pernambucano de 1959.
Em 1961 esteve quatro meses emprestado ao S. Paulo F.C. onde agradou aos responsáveis do clube paulista que o tentaram contratar, só que o S.C. Recife pedia muito dinheiro e assim a transferência não se realizou. Djalma continuou no clube de Pernambuco e ainda 1961 venceu o Campeonato Estadual Pernambucano, tendo também sido o melhor marcador com 36 golos. No final desse ano esteve perto de ingressar no S.C. Covilhã pois o presidente do S.C. Recife era natural da cidade da Covilhã e a transferência esteve praticamente acertada, mas à última da hora o negócio foi desfeito.
Djalma continuou a vestir a camisola do S.C. Recife e venceu de novo o Campeonato Estadual e ainda a Copa do Norte-Nordeste e a Copa do Norte, troféu que conquistou também no ano seguinte.
Em Junho de 1965 Djalma chega a Portugal para ingressar no V. Guimarães. Logo no jogo de estreia para o campeonato apontou 2 golos na vitória dos minhotos sobre o V. Setúbal por 4-2. Mas onde ficou vincada a sua marca foi nas partidas contra o S.C. Braga nessa temporada de 1965/66. Na primeira volta os vimaranenses venceram por 6-2 com Djalma a apontar todos os golos da sua equipa, na segunda volta novo triunfo do V. Guimarães em Braga e por 3-5 com mais 5 golos de Djalma.
Na temporada de 1966/67 transferiu-se para o Futebol Clube do Porto. Os portistas pagaram 150 contos mais as cedências a título definitivo do defesa Joaquim Jorge e Naftal e os empréstimos para a temporada de 1966/67 de Miranda e Lazaro.
Assinou um contrato por 3 anos e passou a ser o jogador do clube mais bem pago ao receber 60 contos na primeira época, 70 na segunda e 80 na terceira. Foi o melhor marcador da equipa nas duas primeiras temporadas. Nas três épocas que esteve ao serviço dos Dragões, Djalma repetiu o terceiro lugar no Campeonato Nacional, no entanto conquistou a Taça de Portugal em 1968 onde foi titular da equipa que derrotou o V. Setúbal por 2-1.
No final de 1968/69 deixou o F.C. Porto onde actuou em 72 jogos e marcou 42 golos. Continuou de azul e branco mas passou a defender a camisola do C.F. Belenenses. Os problemas indisciplinares que eram frequentes em Djalma continuaram em Belém e depois de ter convencido o médico do clube de que estava lesionado para não viajar com a equipa para África, teve um grave acidente de viação ao conduzir sobe efeitos do álcool, tendo-se despistado e atropelado fatalmente três pessoas. Foi detido, condenado a quase dois anos de prisão, mas o bom comportamento e as influencias do então Presidente da Republica, que era adepto do Belenenses, encurtaram a pena para alguns meses. Saiu já em 1970 e apenas disputou uma partida nesse campeonato de 1969/70. Na temporada seguinte actuou em 8 jogos e marcou 2 golos.
Foi depois dispensado pelo C.F. Belenenses e ingressou por empréstimo ao Oriental de Lisboa e em 1971/72 ao A.C. Marinhense.
Em 1973/74 foi jogar para o S.C. Espinho onde ajudou o clube da costa verde a subir à 1ª Divisão Nacional.
Mas os problemas continuaram e a caminho do Café Velásquez no Porto foi abalroado por um camião. Esteve às portas da morte. Foi operado durante 12 horas e esteve 18 dias em coma. Ficou sem dois dedos na mão esquerda e com a perna direita mais curta. Fugiu do hospital e foi beber para um bar, o empregado reconheceu-o e ligou para o hospital, para onde voltou e foi amarrado à cama.
Ainda voltou a jogar até um médico o avisar que uma pancada mais forte na perna lhe poderia custar a amputação.
Em 1976 o Futebol Clube do Porto realizou um jogo de homenagem no Campo do Riopele para angariar fundos para Djalma a voltar ao Brasil.
Em 1995 visitou Portugal a convite do F.C. Porto.
Fonte: estrelas do fcp



Obrigado Djalma!


O PORTO SOMOS NÓS!
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1 comentário:

Viagens pelo Brasil - Conheço essa cidade disse...

Grandes brasileiros foram a grandes clubes como O Porto. Aqui no Brasil também torcemos pelo Porto.
http://nossasviagenspelobrasil.blogspot.com/

Curiosidades.

Sobre a grandiosidade internacional:



O FC Porto é o único clube português que faz parte do Grupo G-14, o grupo dos clubes mais poderosos da Europa.



Segundo o "Worldwide Historical Clubs Ranking", o Futebol Clube do Porto é considerado o maior clube português, o 10º maior da Europa e o 20º maior do Mundo.



O FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI. Entre campeonatos, taças, supertaças e troféus internacionais, os portistas solidificaram uma hegemonia que não encontra rival à altura nos 25 países mais cotados da UEFA.



O FC Porto soma 14 títulos só no século XXI, Bayern de Munique e Liverpool com 10 cada um são os mais próximos. O FC Porto é o clube português com mais títulos internacionais, o 3º da Península Ibérica, o 9º da Europa e o 15º do Mundo (ver Ranking Mundial de Títulos).



O FC Porto é o clube português com mais participações na Liga dos Campeões com o formato actual falhando apenas na época 1994-95, e na época 2002-03, quando venceu a Taça UEFA.



O FC Porto tem um dos melhores registos mundiais de invencibilidade nas competições internacionais, em casa, 29 jogos (1974/75 até 1987/88).



O FC Porto tem, segundo a última revisão realizada em 2005, cerca de 100 000 sócios pagantes. Sendo assim, é o 6º clube do Mundo com mais sócios pagantes (note-se aqui que os mouros levam a melhor com os seus 6 milhões e muitas centenas de milhares de kits vendidos).

Pinto da Costa é o Presidente com mais títulos a nível Mundial.


Sobre a grandiosidade do FC Porto em Portugal:



O FC Porto é o clube português com maior número de títulos no Futebol, contando actualmente 58 títulos oficiais (2 Taças Intercontinentais / Mundiais de Clubes; 2 Taças / Liga dos Campeões Europeus; 1 Taça UEFA; 1 Supertaça Europeia; 22 Campeonatos Nacionais de Séniores; 17 Taças de Portugal; 15 Supertaças de Portugal) contra 55 do Benfica e 41 do Sporting.



O FC Porto é o clube português com mais títulos internacionais (7), tem mesmo mais que todos os outros clubes portugueses juntos.



O FC Porto é o único clube pentacampeão nacional.



O FC Porto é o clube com mais Supertaças Nacionais conquistadas.



O FC Porto disputou 22 das 28 finais da Supertaça Nacional.



O FC Porto conseguiu, até hoje, fazer a "Dobradinha" por 5 ocasiões (1955/56; 1987/88; 1997/98; 2002/03; 2005/06), ou seja, ser Campeão Nacional e Vencedor da Taça de Portugal, na mesma época.



O FC Porto é o único clube português que conseguiu vencer na mesma temporada o campeonato e a competição Europeia onde esteve envolvido. Ainda por cima, fê-lo em dois anos consecutivos (2003 e 2004).



O FC Porto é o clube português com mais botas de ouro conquistadas (3).



O FC Porto contém nos seus quadros futebolísticos, uma das maiores referências da história do futebol português e particularmente do FC Porto, Vítor Baía. Actualmente, Baía é o jogador com mais títulos da história do futebol mundial, com 32. Atrás aparecem Pelé e Rijkaard com 25 cada um.



Tendo em conta um estudo da "FutureBand", uma empresa especializada em consultoria de marcas, o FC Porto é a marca mais valiosa do futebol português.



O estudo apresenta as 30 marcas da Europa mais cotadas e Portugal conta apenas com um representante, o FC Porto.



O estudo teve em conta factores, como: o valor das marcas, a lealdade dos adeptos, a capacidade de conseguir aumentar a venda de bilhetes para os jogos e o valor financeiro do clube.



Neste ranking de marcas europeias, o FC Porto ocupa a 1ª posição em Portugal e a 27ª na Europa.



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